ALZHEIMER | Sintomas – Estágios e Tratamentos

Por: Tiago Zenero | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 21/05/2014

PUBLICIDADE
Alzheimer

 

A doença de Alzheimer ou o mal de Alzheimer é a demência neurodegenerativa em pessoas de idade, ou seja, o declínio de funções cognitivas através da dificuldade em reter memórias recentes ou de adquirir novos conhecimentos.

No Brasil, 6% da população acima de 60 anos sofre de Alzheimer de acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). No mundo, existem 15 milhões de pessoas portadoras da doença, a qual é incurável e traz graves transtornos às vítimas.

Causa e sintomas:

A causa do Alzheimer ainda é desconhecida. O que os cientistas sabem, até hoje, é que a doença atinge, majoritariamente, pessoas idosas. Contudo, em casos raros, já foi diagnosticado Alzheimer em jovens.

Pesquisadores também conseguiram identificar um componente genético ligado à causa da doença, mas ainda estão longe de encontrar uma solução ou sequer uma resposta à sua causa.

Aparentemente, os portadores do Alzheimer não manifestam sintomas. Eles parecem bem e mantêm um aspecto saudável. O portador da doença, geralmente, apresenta o olho aberto e acompanha os acontecimentos externos ao seu redor.

Assim, os sintomas estão ligados à perda de memória e distúrbios de comportamento. Em alguns casos, amigos e familiares acreditam que esses são apenas indícios comuns da velhice e não levam a doença em consideração. Contudo, é imprescindível que o paciente busque ajuda, pois o Alzheimer evolui muito rapidamente.

Estágios da doença:

Dependendo da intensidade da doença, ela pode ser manifestada em três diferentes estágios clínicos: leve, moderado ou grave. A duração de cada estágio varia muito dependendo do paciente e se há algum acompanhamento médico.

- PUBLICIDADE -

Em alguns casos os sintomas evoluem devagar e possibilitam assim a manutenção de níveis funcionais razoáveis por anos. Já em outros, a deterioração é bem mais rápida, contudo ocorre em velocidade constante. Em outra situação, o Alzheimer evolui em surtos graves seguidos de fases de estabilidade que chegam a durar um ano ou mais.

Quanto ao tempo de duração de cada estágio, por mudarem muito, especialistas não conseguem dar uma margem de variação muito exata. Em média, o primeiro estágio tem duração de 2 a 10 anos; o segundo, de 1 a 3 anos; e o terceiro, de 8 a 12 anos.

Tratamentos:

No Brasil, o SUS oferece alguns remédios que podem ser utilizados no tratamento do Alzheimer. Eles são: a rivastigmina, a galantamina e o donepezil. É importante ressaltar, contudo, que tais medicamentos não curam ou sequer impedem a evolução da doença. Eles têm uma utilidade apenas no estágio inicial, podendo amenizar ou retardar os efeitos do Alzheimer.

Há duas outras formas de tratamento que são específicos para os sintomas.

A primeira delas é o tratamento dos distúrbios de comportamento. Assim, o paciente deve ingerir remédio do tipo calmante e neurolépticos (haldol, neozine, neuleptil, risperidona, melleril, entre outros). Entretanto, nem sempre os medicamentos trazem resultados.

A segunda forma é o tratamento específico, o qual consiste em tentar melhorar o déficit de memória, corrigindo o desequilíbrio químico do cérebro. Remédios como a rivastigmina (Exelon ou Prometax), donepezil (Eranz), galantamina (Reminyl), entre outras, podem ser eficientes na fase inicial da doença. Com o agravamento do Alzheimer, porém, fica difícil controlar a perda de memória. Outro problema é que tais medicamentos trazem efeitos colaterais, como problemas gástricos, que podem inviabilizar o seu uso.



PUBLICIDADES


Deixe um Comentário

Antes de enviar seu Comentário, faça o cálculo abaixo: * Time limit is exhausted. Please reload CAPTCHA.

Powered by WordPress | Designed by: Best SUV | Thanks to Toyota SUV, Ford SUV and Best Truck