ANOMALIAS CONGÊNITAS

Por: Marina Zanetti | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 13/02/2013

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Anomalia congênita

 

Anomalia Congênita é qualquer anomalia anatômica, estrutural ou funcional presente ao nascimento. Em alguns casos pode não ser aparente ao nascimento, sendo o diagnóstico realizado somente mais tarde, até mesmo já na vida adulta.

Muitas anomalias podem ser identificadas ainda no pré-natal. As anomalias congênitas apresentam um impacto negativo na saúde da população pediátrica, sendo uma das principais causas de óbito neonatal.

Os principais causadores das anomalias congênitas são doenças genéticas e teratógenos, sendo estes últimos representados por:

– Agentes Infecciosos: toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, varicela;
– Agentes Ambientais: metilmercúrio;
– Drogas: cocaína e álcool;
– Medicamentos: talidomida, anticonvulsivantes, hormônios e  antineoplásicos;
– Doenças maternas: Diabetes mellitus.

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Já as doenças genéticas englobam distúrbios cromossomiais, anomalias monogênicas e malformações poligênicas.

Os principais fatores de risco para as Doenças Cromossômicas são:

– Idade Materna Avançada (maiores de 35 anos);
– Filho anterior com anomalias congênitas;
– Perdas gestacionais de repetição;
– Anomalias congênitas em parentes próximos;
– Anomalia cromossômica em um dos pais;
– Malformações múltiplas, sem diagnóstico de causa em feto falecido;
– História de infertilidade.

Já os fatores de risco para as doenças gênicas ou multifatoriais são:

– Neonato anterior acometido;
– História familiar;
– Doenças gênicas em um dos membros do casal;
– Consangüinidade (pais da mesma família).



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