CÂNCER DE PULMÃO – CARCINOMA BRONCOGÊNICO | SINTOMAS – DIAGNÓSTICO – TRATAMENTO

Por: Ana Carolina Carvalhal | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 20/10/2012

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Pulmões de uma pessoa fumante

 

Neoplasia maligna originada em células dos brônquios ou alvéolos. Carcinoma broncogênico é responsável por mais de 90% das neoplasias malignas do pulmão. Predomina em homens de 50 a 70 anos, mas a incidência no sexo feminino está aumentando. As causas incluem tabagismo (mais de 90 % dos casos), poluição ambiental e ocupacional, exposição ao asbesto, radiação ionizante e arsênio inorgânico.

Pode ser assintomático até a fase avançada ou apresentar sintomas como tosse, dispneia (dificuldade pra respirar), dor torácica, hemoptise (tosse com sangue), sibilância, anorexia (falta de apetite), fadiga, perda de peso, anemia, manifestações torácicas extrapulmonares (síndrome da veia cava superior, síndrome de Pancoast, alteração da voz, disfagia (dificuldade pra engolir), paralisia do diafragma, manifestações paraneoplásicas ( osteoartropatia, baqueteamento digital, alterações neuromusculares) e metástases  para linfonodos, fígado, ossos, suprarrenal- geralmente assintomático, para o cérebro pode ter perda motora, alteração de comportamento, cefaleia (dor de cabeça), convulsões.

Exames Complementares:

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– Rx e TC de tórax- nódulo, massa ou infiltrado pulmonar; alargamento mediastinal; atelectasias; aumento hilar; derrame pleural;
– Exame do escarro- pesquisa de células neoplásicas;
– Exame do líquido pleural- pesquisa de células neoplásicas;
– Broncoscopia- importante para comprovação diagnóstica e para estadiamento do câncer de pulmão através de aspirado, lavado, escovado e biópsia;
– Punção- biópsia transtorácica- indicada nas lesões periféricas, maiores de 3 cm, sem comprovação diagnóstica com broncoscopia;
– Biópsia de linfonodos;
– Toracoscopia/ toracotomia em casos especiais.

Tratamento: depende do estadiamento e do tipo histológio; alívio da dor; radioterapia; quimioterapia. Tratamento cirúrgico- possibilidade de cura nos estágios I, II e IIIa.



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