CANDIDÍASE ORAL | Sintomas – Tratamento – Prevenção

Por: Tiago Zenero | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 05/05/2015

PUBLICIDADE
Candidíase oral

 

A candidíase oral é uma infecção na mucosa da garganta causada por fungos. Tal fungo pode ser encontrado no corpo humano em pequenas quantidades, sem causar qualquer sintoma ou dano ao organismo. Contudo, em algumas condições, principalmente quando o paciente apresenta baixa resistência, o fungo passa a causar infecções e os sintomas da candidíase aparecem.

A candidíase oral da garganta surge com maior frequência em crianças, idosos, paciente com tratamento de quimioterapia, indivíduos com doenças comprometedoras do sistema imunológico, portadores de diabetes, pessoas que ingerem antibióticos ou que utilizam inaladores para asma.

Sintomas e tratamento

Os principais sintomas da candidíase oral incluem: manchas brancas dentro da boca e na língua; vermelhidão e desconforto na boca; dor de garganta e dificuldade para engolir; rachaduras nos cantos da boca.Candidíase oral bebê

É imprescindível a busca pelo médico uma vez que o paciente apresente tais sintomas, pois se não tratada corretamente, a infecção pode atingir a corrente sanguínea e gerar outros problemas mais perigosos.

O tratamento da candidíase depende do local onde ela aparece, uma vez que também pode se manifestar nos órgãos genitais, na pele, nas unhas, na corrente sanguínea, além de na boca e na garganta.

Geralmente, o médico prescreve remédios de uso local, como antimicóticos e pomadas antifúngicas. Se o paciente continuar a apresentar os sintomas, o especialista pode prescrever um medicamento oral de tempo prolongado, evitando assim que a doença retorne.

- PUBLICIDADE -

Fatores de risco e prevenção

A candidíase atinge, principalmente, pacientes que apresentem baixa imunidade ou que tenham o sistema imunológico comprometido por alguma razão. Assim, os fatores de risco incluem:

Uso de antibióticos: tais medicamentos matam bactérias no organismo, inclusive as saudáveis que impedem o crescimento das leveduras.

Alto nível de estrogênio: mulheres grávidas, que ingerem pílulas de estrogênio ou que realizam terapia hormonal estão mais suscetíveis à infecção.

Diabetes: se a diabetes estiver descontrolada, o paciente está muito mais propenso a desenvolver a candidíase do que se ela estiver sob controle.

Sexo desprotegido: embora não seja considerada uma DST, a candidíase pode ser transmitida sexualmente, especialmente das genitálias para a boca.

Doenças comprometedoras do sistema imunológico: pessoas com baixa imunidade, como pacientes de HIV ou que realizam tratamento a base de corticoides podem apresentar candidíase com mais facilidade.

Para se prevenir, há algumas medidas muito simples que podem ser adotadas. As principais delas incluem em manter a pele limpa e seca. Além disso, deve-se sempre usar antibióticos controladamente, seguindo apenas orientação médica. Uma vida saldável, com alimentação adequada também é fundamental para manter o sistema imunológico.

Pacientes com diabetes devem sempre manter o açúcar no sangue sob controle. Portadores de HIV ou outras doenças que favoreçam os episódios de candidíase devem utilizar periodicamente remédios antifúngicos para amenizar as crises.

Outros fatores que podem ser adotados na rotina incluem: realizar higiene íntima regularmente, favorecer o uso de roupas de algodão e evitar peças justas; não utilizar continuadamente o absorvente íntimo; utilizar camisinha em todas as relações sexuais.



PUBLICIDADES


Deixe um Comentário

Antes de enviar seu Comentário, faça o cálculo abaixo: * Time limit is exhausted. Please reload CAPTCHA.

Powered by WordPress | Designed by: Best SUV | Thanks to Toyota SUV, Ford SUV and Best Truck