CÁRIE DENTÁRIA | Causas – Sintomas – Como evitar

Por: Tiago Zenero | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 13/10/2015

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Cárie dentária

 

A cárie dentária é um dos problemas mais comuns do mundo. Estima-se que todos terão cárie pelo menos uma vez na vida. Elas consistem em orifícios ou lesões na estrutura dentária, que significam sinais de deterioração. Os tipos de cárie são variados, assim como o grau de intensidade e os problemas que elas podem vir a trazer para o paciente.

Causas e fatores de risco

Nossa boca está cheia de bactérias. Isso é normal para todo mundo, pois são essas bactérias que auxiliam na primeira fase da digestão da comida, ou seja, são responsáveis por transformar o alimento, principalmente açúcar e amido, em ácido.

Ao juntar as bactérias, o ácido, resíduos de comida e a saliva, há a formação de uma substância pegajosa, chamada placa, que se adere aos dentes, especialmente nos molares traseiros, acima de linha da gengiva e em obturações.

A placa começa a se acumular cerca de 20 minutos após a refeição, pois é quando as bactérias presentes na boca estão em maior atividade. Caso não seja removida corretamente dos dentes, ela mineraliza e forma o tártaro. Com a falta de cuidado, o tártaro irrita a gengiva e causa, portanto, a gengivite, que pode evoluir e resultar em uma periodontite.

Toda essa situação facilita o aparecimento de cáries no dente, assim como sua proliferação, caso os cuidados adequados não forem tomados. As cáries consistem, portanto, em orifícios nos dentes causados através da dissolução da superfície esmaltada do dente que é provocada pelo ácido.

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Todas as pessoas que possuem dentes estão susceptíveis a desenvolverem cárie, mas há alguns fatores que facilitam o surgimento delas, assim como a proliferação. Dentre esses fatores de risco, destacam-se: a localização dos dentes, os molares e pré-molares, por estarem localizados mais ao fundo da boca, são mais difíceis de limpar adequadamente; alimentos de difícil dissolução pela saliva, como leite, sorvete, mel, açúcar, refrigerante, frutas secas, bolos e biscoitos; o ato de comer a toda hora, pois assim aumenta a frequência de ácidos na boca; falta de flúor, substância que auxilia na prevenção de cáries; idade, tanto crianças como idosos estão mais propensos a desenvolverem cáries.

Sintomas e tratamento

As cáries normalmente não provocam dor, a não ser que cresçam tanto a ponto de afetar os nervos ou de causar alguma fratura no dente. Caso não sejam tratadas, elas podem destruir as estruturas internas do dente, o que deve resultar em sua perda.

Alguns sintomas que devem ser observados pelos pacientes, que podem indicar a presença de cárie, incluem: dor de dente; sensibilidade dentária; dor leve ou aguda ao comer ou beber; orifícios visíveis nos dentes; coloração escura em toda a superfície de um dente; dor ao morder.

Caso esses sintomas sejam observados, o paciente deve procurar o dentista para que ele dê o diagnóstico e realize o tratamento adequado.

No tratamento, o dentista deve remover o material deteriorado do dente com uma broca e substituí-lo por algo como liga de prata, ouro, porcelana ou resina composta. Caso a cárie tenha ocasionado dano a algum nervo do dente, o dentista pode realizar o procedimento conhecido como tratamento de canal. Nesse caso, o centro do dente, composto pelo nervo e tecidos de vasos sanguíneos, é removido junto com a parte deteriorada e substituído por um material de vedação.



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