DESIDRATAÇÃO | Causas – Sintomas – Complicações

Por: Tiago Zenero | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 26/11/2015

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Desidratação

 

Quando o organismo utiliza mais líquido do que foi ingerido, o corpo sente dificuldades para realizar as funções normais. Se certa quantidade de líquido não for reposta, ocorre a desidratação.

A água é responsável por nutrir as células do corpo humano e, dessa forma, garantir que ele realize devidamente todas suas funções. A reposição da água é essencial, pois perdemos muito líquido durante o dia, como no suor, urina, fezes e até quando respiramos, sob a forma de vapor. Junto com a água, também perdemos pequenas quantidades de sais minerais, que precisam ser repostas.

Causas e sintomas

Quando o organismo perde muita água, o corpo fica fora do equilíbrio, causando a desidratação que, em casos mais severos, pode até levar a morte.

Algumas causas que podem gerar tal quadro incluem: febre; sudorese, normalmente relacionado ao calor intenso ou esforço físico; vômito, diarreia e aumento da frequência urinária devido à infecção; urinar em excesso, geralmente relacionado com doenças como diabetes; incapacidade de ingerir comida e água apropriadamente; capacidade diminuída para ingerir líquidos; falta de acesso à água potável; lesões significativas na pele, como queimaduras ou feridas na boca, e doenças de pele graves ou infecções.

A desidratação possui vários níveis, mas os sintomas começam a aparecer logo no início. Os primeiros costumam ser: boca seca e pegajosa; sonolência ou cansaço, principalmente em crianças, que passam a ser mesos ativas do que o habitual; bastante sede; diminuição da quantidade de urina; pouca ou nenhuma lágrima ao chorar; dor de cabeça; prisão de ventre; tonturas.

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Já se a desidratação atingir um nível severo, ela pode causar: sede extrema; preguiça demasiada ou sonolência em bebês e crianças; irritabilidade e confusão em adultos; boca, pele e membranas mucosas muito secas; muito pouca ou nenhuma urina; olhos afundados; pele murcha e seca, com falta de elasticidade; baixa pressão arterial; aceleração do batimento cardíaco e da respiração; febre intensa; delírio ou inconsciência nos casos mais graves.

Tratamento

A melhor forma de tratar a desidratação é ingerindo água, de preferências em pequenas quantidades, assim como bebidas isotônicas. Picolés feitos de frutas ou o próprio suco das frutas também é recomendado.

Caso a desidratação seja causada pela exposição excessiva ao calor, o melhor a fazer é remover a quantidade máxima de roupas do paciente ou afrouxá-las para que nada fique grudado ao corpo; levar a pessoa para uma área mais fresca, com sombra ou, de preferência, a uma sala com ar condicionado. Porém, é importante evitar expor o paciente ao frio excessivo, pois isso pode fazer com que os vasos sanguíneos se contraiam ou pode ainda causar tremores, resultando no efeito oposto ao desejado.

Possíveis complicações

Apesar de o tratamento ser simples, se não for feito rapidamente, o paciente com desidratação pode apresentar algumas complicações. Dentre elas, uma das mais graves é o inchaço do cérebro, que, como consequência, pode ter as células do cérebro afetadas para sempre.

Outra complicação em casos severos são convulsões, pois com os eletrólitos em desequilíbrio, as mensagens elétricas não são transmitidas corretamente, o que pode levar a contrações musculares involuntários e a perda da consciência.

Nos casos mais extremos, se a desidratação não for tratada apropriadamente, ela pode levar ao coma e, em alguns casos, à morte.



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