DISTÚRBIOS DA VISÃO

Por: Lara Amorim Davila Prottes | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 05/09/2012

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Distúrbios da visão

 

Como é nosso olho:

CÓRNEA: é uma membrana transparente com 0,5 mm de espessura, localizada na frente da íris (parte colorida do olho). Tem como principal função permitir a entrada de raios de luz no olho.

ÍRIS: disco colorido com um orifício central, a PUPILA. Sua função é controlar a quantidade de luz que entra no olho: ambiente com muita luz = contração da pupila; ambiente com pouca luz = dilatação da pupila.

CRISTALINO: lente biconvexa, transparente, flexível (capaz de modificar sua forma), que se localiza atrás da íris. Sua função é focalizar os raios de luz na retina. O cristalino tem capacidade de convergência de 17 a 19 graus.

RETINA: camada fina, vascular, localizada na porção interna do olho, onde se encontram as células foto-receptoras (CONES: responsáveis pela visão central e de cores; e BASTONETES: responsáveis pela visão periférica e noturna). Sua função é transformar os estímulos luminosos em estímulos nervosos. A região da retina responsável pela visão central é a MÁCULA, onde se localizam os cones.

HUMOR AQUOSO: é um líquido transparente, que preenche o espaço entre a córnea e a íris. Sua principal função é a nutrição da córnea e do cristalino, além de regular a pressão interna do olho.

ESCLERA: é a parte branca do olho. Possui poucos vasos e sua função é de proteção ocular.

Como enxergamos:

Hipermetropia

Os raios de luz, para atingirem a retina, atravessam a córnea, humor aquoso, pupila, cristalino e vítreo. Na retina, esses raios são absorvidos pelos cones e bastonetes, transformando-se em ondas elétricas, que, através do nervo óptico, atingem o cérebro, propiciam a formação da imagem visual.

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Os principais distúrbios da visão e seus sintomas:

Hipermetropia:

O olho é menor do que o normal e, assim, a imagem se forma atrás da retina. Os hipermétropes têm dificuldade em enxergar de perto e necessitam de um esforço para acomodar a imagem na retina. Por isso, podem apresentar sintomas de astenopia: cefaléia (dor de cabeça), sensação de peso nos olhos, ardor e hiperemia (olho vermelho), principalmente, aos esforços visuais para perto. A correção é feita com lentes convergentes (que trazem a imagem para frente).

Miopia:

O olho é maior que o necessário, e a imagem forma-se num ponto anterior à retina. A dificuldade é visualização nítida à distância. Para compensar esse erro de refração, o indivíduo tende a franzir a testa, o que pode gerar uma cefaléia frontal. Usam-se, nesses casos, lentes divergentes (que empurram a imagem para trás).

Astigmatismo:

Quando a córnea não é esférica, sua curvatura difere de um ponto para o outro, formando uma imagem distorcida na retina. À essa condição dá-se o nome de astigmatismo e sua correção é feita com lentes cilíndricas.

Presbiopia:

Também chamado de “vista cansada” (pois costuma ocorrer por volta dos 40 anos de idade), é a perda gradual do poder de acomodação do cristalino; o foco para perto passa a ficar cada vez mais distante, necessitando-se de óculos para ler.



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