MediFoco http://medifoco.com.br O Foco é a sua Saúde Fri, 06 Apr 2018 22:10:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.5 http://medifoco.com.br/wp-content/uploads/2017/07/cropped-logo9.fw_-32x32.png MediFoco http://medifoco.com.br 32 32 TENDINOSE | O que é? http://medifoco.com.br/tendinose-o-que-e/ http://medifoco.com.br/tendinose-o-que-e/#respond Fri, 16 Mar 2018 19:37:52 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14316 Os tendões tem uma função extremamente importante para a manutenção do esqueleto; eles unem os músculos aos ossos, são responsáveis pelas articulações e mantém o equilíbrio do corpo. Com estrutura fibrosa, tem a função de transmitir a força gerada por um músculo à estrutura óssea produzindo movimento. Neste texto iremos explicar o que é a […]

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Os tendões tem uma função extremamente importante para a manutenção do esqueleto; eles unem os músculos aos ossos, são responsáveis pelas articulações e mantém o equilíbrio do corpo. Com estrutura fibrosa, tem a função de transmitir a força gerada por um músculo à estrutura óssea produzindo movimento. Neste texto iremos explicar o que é a tendinose, os sintomas, diagnóstico e tratamento.

Os tendões, com forma plana, cilíndrica ou de cordão, apesar de sua enorme resistência e alguma elasticidade, estão sujeitos a sofrer uma série de lesões provocadas por sobrecarga ou traumas. São as chamadas tendinopatias, caracterizadas pela presença de dor e limitação dos movimentos na área afetada. Essas tendinopatias são e conhecidas como tendinite e tendinoseas que têm sintomas similares, mas causas e o tratamento diferentes.

O que é a Tendinose?

A tendinite é uma inflamação aguda de um tendão e ocorre em consequência de um trauma ou por esforço repetitivo. Já a tendinose é um processo de degeneração do próprio tendão provocada por uma tendinite que tornou-se crônica, pelo uso excessivo de uma articulação ou por esforço muscular muito grande na região afetada sem que o tendão tenha tido tempo para repousar e cicatrizar.

Na tendinose, o tendão já debilitado apresenta áreas de acúmulo de líquido e pequenas micro rupturas em sua estrutura, especialmente nos locais onde ele se une aos ossos. Esses esgarçamentos são irreversíveis e, se não tratados, podem levar a um rompimento total do tendão, mesmo com um pequeno esforço.

O rompimento de um tendão, além de extremamente doloroso, exige cirurgia que, mesmo bem sucedida, deixa sequelas, entre elas uma redução acentuada da força original da articulação afetada que, provavelmente, não poderá mais ser usada como antes.

A tendinose é controlável, exige tratamento específico, mas não tem cura porque os danos no tecido do tendão permanecem; o problema é mais comum nos pulsos, ombros, joelhos e calcanhares.

Sintomas, diagnóstico, tratamento e prevenção da Tendinose:

Os principais sintomas da tendinose são semelhantes aos da tendinite e incluem desconforto e dificuldade de movimento na articulação afetada, fraqueza muscular, leve inchaço, formigamento e diminuição de força. Mas, vale lembrar que na tendinite há inflamação no tendão, o que não ocorre na tendinose.

A distinção entre os dois casos só é possível através de exames de imagem como a ultrassonografia e a ressonância magnética, capazes de revelar o processo de degeneração dos tendões.

O tratamento da tendinose requer, de início, repouso e imobilização da área afetada, além do uso de compressas de gelo várias vezes ao dia. O retorno às atividades normais deve ser gradual e acompanhado de sessões de fisioterapia, reeducação postural para evitar esforço excessivo de uma articulação e exercícios de alongamento e fortalecimento muscular.

O tempo de tratamento da tendinose, normalmente, é de 3 a 6 meses, período necessário para melhorar a força do tendão e interromper o ciclo de lesões, apesar de ser bem pouco provável que elas regridam totalmente. Muitos pacientes permanecem com alguma limitação de movimentos na articulação afetada, mesmo após a conclusão do tratamento.

Para a prevenção de lesões nos tendões e manutenção dos tecidos saudáveis é aconselhável manter uma rotina de alongamentos e fortalecimento muscular antes da prática de atividade física e durante o trabalho que requer força excessiva ou movimentos repetitivos. Ao menor sinal de tendinite ou desconforto em qualquer das articulações, procure um ortopedista para dar início a um tratamento específico e evitar um problema crônico cuja consequência é a tendinose.

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Especialistas atualizam recomendações mundiais para a hipertensão http://medifoco.com.br/nova-meta-hipertensao/ http://medifoco.com.br/nova-meta-hipertensao/#respond Thu, 01 Mar 2018 18:06:11 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14294 Associação Americana do Coração e o Colégio Americano de Cardiologia atualizaram informações sobre o diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial, como mostra a edição de fevereiro da Revista Saúde. São Paulo, fevereiro de 2018 – Atingindo cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo, a hipertensão é uma das doenças que mais mata. […]

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Associação Americana do Coração e o Colégio Americano de Cardiologia atualizaram informações sobre o diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial, como mostra a edição de fevereiro da Revista Saúde.

São Paulo, fevereiro de 2018 – Atingindo cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo, a hipertensão é uma das doenças que mais mata. Apesar de afetar grande parte da população, a patologia é silenciosa e, por isso, esconde um grande perigo. Para tentar contornar esse cenário, a Associação Americana do Coração e o Colégio Americano de Cardiologia atualizaram as recomendações mundiais para diagnóstico e tratamento da pressão alta. A revista SAÚDE de fevereiro, integrante do portfólio do Grupo Abril, foi entender um pouco mais do que muda e como é possível se prevenir contra a doença.

Há alguns anos, a pessoa era classificada como hipertensa quando a aferição mostrava números acima de 140 por 90 milímetros de mercúrio (mmHg). Agora, 130 por 80 (o popular 13 por 8) já é doença, e situações que variam de 120 a 129 por 80 (12 por 8) — antes normais — acionam o sinal amarelo. “O controle da pressão ficou mais duro mesmo. Mas dá, sim, para atingir as metas. A gente mostra o caminho com base no que dizem os experts e os estudos”, diz o diretor da publicação, Diogo Massaine Sponchiato.

Em uma matéria especial de capa e com dez páginas internas, SAÚDE mostra como calcular o risco da hipertensão e de que forma controlar a doença. A revista traz dicas precisas de alimentação exercícios e gerenciamento do estresse que comprovadamente diminuem a pressão arterial. “O indivíduo estressado continuamente permanecerá com a pressão num patamar mais elevado”, explica o fisiologista Antonio Claudio Nobrega, da Universidade Federal Fluminense.

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CLORETO DE MAGNÉSIO | Benefícios e Contraindicação http://medifoco.com.br/cloreto-de-magnesio-beneficios-e-contraindicacao/ http://medifoco.com.br/cloreto-de-magnesio-beneficios-e-contraindicacao/#respond Mon, 25 Dec 2017 22:11:59 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14266 O cloreto de magnésio é um suplemento mineral encontrado dissolvido na água do mar; é um sal inorgânico em forma de cristais incolores e com sabor bem amargo. Esse composto químico é indicado para tratar diversos problemas provocados pela deficiência de magnésio no organismo. O magnésio é um mineral fundamental para manter nosso corpo funcionando […]

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O cloreto de magnésio é um suplemento mineral encontrado dissolvido na água do mar; é um sal inorgânico em forma de cristais incolores e com sabor bem amargo. Esse composto químico é indicado para tratar diversos problemas provocados pela deficiência de magnésio no organismo.

O magnésio é um mineral fundamental para manter nosso corpo funcionando corretamente. Ele é responsável pelas mais diversas reações bioquímicas e essencial para prevenir diversos problemas de saúde. É importante para a manutenção dos fluidos nos vasos sanguíneos, dos músculos, ossos e transmissões nervosas, além de regular a pressão arterial, o açúcar no sangue e manter o bom funcionamento das funções renal e imunológica.

Em geral, uma alimentação balanceada é capaz de fornecer a quantidade diária para suprir a necessidade do organismo. Os alimentos mais ricos em magnésio são: nozes e castanhas, grãos integrais, feijão, milho, leite, abóbora, vegetais de folhas verdes, algas marinhas e peixes de águas frias.

Mas, para algumas pessoas, apenas a alimentação não é suficiente. É o caso de quem toma certos medicamentos, como diuréticos, remédios para hipertensão e antibióticos; tem diabetes mal controlada, sofre de alcoolismo ou tem problemas de má absorção intestinal e do estômago, entre outras. Esse grupo está mais sujeito a apresentar falta de magnésio no sangue.

Os sintomas que podem indicar falta de magnésio no organismo são: náusea, fadiga, fraqueza, contrações musculares e câimbra, arritmia, formigamento e dormência.

O uso como suplemento nutricional, pode prevenir uma série de problemas provocados pelo baixo nível de magnésio no sangue, entre eles a redução da absorção de cálcio, potássio e outros minerais.

Benefícios do Magnésio:

Entre os benefícios estão: aumento de algumas funções cerebrais aprimorando a memória e o aprendizado; maior absorção de cálcio, fortalecendo os ossos e prevenindo a osteoporose; melhora na circulação sanguínea minimizando o risco de hipertensão e outros problemas cardiovasculares. O cloreto de magnésio também atua no sistema imunológico e ajuda no combate a infecções; além de prevenir e tratar enxaqueca e dores de cabeça; amenizar o estresse, a depressão e a ansiedade; e melhorar a digestão.

Efeitos colaterais e contraindicação do Magnésio:

Em geral, o cloreto de magnésio é bem tolerado, mas algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais como enjoo, vômito e diarreia. É preciso, também, ficar atento à dosagem, porque, se a falta de magnésio no organismo é ruim, em excesso também é bem perigoso; por isso, antes de consumir é preciso saber se há ou não necessidade da suplementação. O uso indiscriminado ou uma dose diária muito alta pode provocar intoxicação, dificuldade respiratória, fraqueza muscular, afetar o sistema nervoso, aumentar a pressão arterial e, em caso extremo levar ao coma.

O cloreto de magnésio é contraindicado para pessoas que apresentam insuficiência renal, úlcera estomacal ou desidratação. O suplemento também deve ser evitado por quem faz uso de medicamentos para osteoporose ou doença de Paget, reposição do hormônio da tireóide ou usa anfetaminas indicadas para déficit de atenção e hiperatividade.

Vale lembrar: antes de se automedicar, consulte o seu médico; ele pode indicar exames para avaliar o nível sanguíneo do eletrólito e, se necessário iniciar um tratamento.

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NEURITE ÓPTICA | O que é? – Sintomas – Tratamento http://medifoco.com.br/neurite-optica-o-que-e-sintomas/ http://medifoco.com.br/neurite-optica-o-que-e-sintomas/#respond Mon, 25 Dec 2017 21:53:37 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14263 O nervo óptico funciona como um condutor que leva os sinais visuais captados pelo olho até o cérebro. Quando esse nervo sofre uma inflamação, essa transmissão se torna ineficiente diminuindo a capacidade de se identificar a forma e o contorno de objetos, e provocando perda da visão. Esse problema é chamado neurite óptica. A neurite […]

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O nervo óptico funciona como um condutor que leva os sinais visuais captados pelo olho até o cérebro. Quando esse nervo sofre uma inflamação, essa transmissão se torna ineficiente diminuindo a capacidade de se identificar a forma e o contorno de objetos, e provocando perda da visão. Esse problema é chamado neurite óptica.

A neurite óptica ocorre quando há desmielinização do nervo, ou seja, uma alteração em sua camada mais externa. Esse problema surge de repente e, geralmente, em apenas um dos olhos. A perda temporária da visão pode ser total ou discreta, quando atinge apenas uma parte do campo visual. É comum, também, o paciente sentir dor ao movimentar a órbita ocular.

Segundo estudos, a neurite óptica é mais comum em brancos, atinge duas vezes mais as mulheres e, normalmente, surge pela primeira vez em adultos dos 20 aos 45 anos. As causas são de difícil identificação, mas maior incidência está relacionada a doenças autoimunes, como a esclerose múltipla; infecções provocadas por vírus, como caxumba, varicela e herpes; além de outras doenças infecciosas como a tuberculose, sífilis e sarcoidose. Mas, ela também pode surgir isoladamente, sem qualquer associação a outra doença. No caso da esclerose múltipla, a neurite óptica é uma das primeiras manifestações da doença.

Sintomas e tratamento da neurite óptica:

Os sintomas da neurite óptica podem variar, mas as principais queixas são: visão embaçada ou desfocada, perda da acuidade visual, dificuldade para distinguir cores, dor na órbita ocular ao movimentar os olhos e redução na percepção do brilho.

A neurite óptica tem cura e, na maioria dos casos, pode regredir e desaparecer espontaneamente, sem tratamento. Apesar de ser uma das doenças oculares menos frequentes, ela é uma das mais graves e apenas o diagnóstico preciso e precoce, realizado por um oftalmologista, pode evitar a perda permanente da visão.

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HIPERTROFIA DE ADENOIDES | O que é? – Sintomas http://medifoco.com.br/hipertrofia-de-adenoides-o-que-e-sintomas/ http://medifoco.com.br/hipertrofia-de-adenoides-o-que-e-sintomas/#respond Fri, 04 Aug 2017 01:28:05 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14223 Para entendermos o que é a hipertrofia de adenoides, primeiramente é importante sabermos o que é a adenoide. Afinal, é muito comum as pessoas acreditarem que adenoide é um tipo de doença, mas não é. As adenoides são duas glândulas que, junto com as amídalas compõem o sistema imunológico e são a primeira frente de […]

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Para entendermos o que é a hipertrofia de adenoides, primeiramente é importante sabermos o que é a adenoide. Afinal, é muito comum as pessoas acreditarem que adenoide é um tipo de doença, mas não é.

As adenoides são duas glândulas que, junto com as amídalas compõem o sistema imunológico e são a primeira frente de defesa do organismo contra germes, bactérias e vírus. Elas também produzem anticorpos e ajudam no combate de infecções.

As adenoides são comuns a todos os humanos durante a primeira infância; elas crescem a partir dos dois anos e começam a diminuir dos sete anos em diante. Essas glândulas, não visíveis a olho nu, estão localizadas em uma região chamada rinofaringe, que fica na parte de trás do nariz, acima da garganta. Nas criança que apresentam episódios frequentes de inflamação nas amídalas, essas ocorrências podem afetar o funcionamento normal das adenoides . Por isso, os problemas nessas glândulas são mais comuns durante a infância.

O que é a hipertrofia de adenoides?

A chamada hipertrofia de adenoides, conhecida como “carne esponjosa”, ocorre quando as glândulas crescem demais e dificultam a passagem de ar pelo nariz, forçando a respiração pela boca.

Outro problema é a adenoidite que é provocada por infecções viral ou bacteriana. A adenoidite, quando não tratada adequadamente, pode transformar as adenoides em um foco de bactérias e provocar outros problemas respiratórios como a sinusite crônica e a renite persistente.

Sintomas da hipertrofia de adenoides:

A hipertrofia de adenoides apresenta os seguintes sintomas: respiração unicamente pela boca, o que pode prejudicar o desenvolvimento da arcada dentária e da musculatura do rosto; voz anasalada, coriza e secreção nasal, sensação de ouvido tampado, ronco, apneia do sono, baixo controle do sistema urinário, agitação, irritabilidade e pouca concentração; além de uma maior propensão a doenças pulmonares e alérgicas.

Os sinais de adenoidite são febre, tosse seca, secreção amarelada no nariz, perda temporária do olfato, mau hálito e dificuldade para comer. Quando os episódios são muito frequentes, ocorre a chamada adenoidite de repetição.

Como saber se tenho algum alteração nas adenoides?

Nos casos de suspeita de problemas nas adenoides, deve-se consultar um otorrinolaringologista. O diagnóstico leva em conta o histórico do paciente e o resultado de exames específicos. Entre esses exames estão:

  • rinoscopia, realizada no próprio consultório e que possibilita a visão interna do nariz;
  • endoscopia nasal, feita em laboratório especializado e que permite a visualização da fossa nasal e da garganta;
  • raio x e tomografia dos seios da face que permitem avaliar a dimensão da obstrução respiratória provocada pela hipertrofia de adenoides.

Tratamento da hipertrofia de adenoides:

Nos casos de hipertrofia muito severa, quando as glândulas cresceram demais obstruindo acentuadamente a respiração através do nariz, o médico pode indicar a retirada das adenoides. A cirurgia é simples e, normalmente, no mesmo ato há também a remoção das amídalas. O ato cirúrgico não compromete o sistema de defesa do aparelho respiratório.

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COMER BATATAS FRITAS PODE AUMENTAR O RISCO DE MORTE http://medifoco.com.br/comer-batatas-fritas-pode-aumentar-o-risco-de-morte/ http://medifoco.com.br/comer-batatas-fritas-pode-aumentar-o-risco-de-morte/#respond Sun, 18 Jun 2017 15:37:24 +0000 http://medifoco.com.br/?p=13986 O consumo de batata frita está aumentando em todo o mundo. Em 2014, os americanos consumiram uma média de 50 kg de batatas por pessoa, sendo que 15 kg eram batatas frescas e os restantes 35 kg foram processadas. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, a maioria das batatas processadas que os americanos […]

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O consumo de batata frita está aumentando em todo o mundo. Em 2014, os americanos consumiram uma média de 50 kg de batatas por pessoa, sendo que 15 kg eram batatas frescas e os restantes 35 kg foram processadas. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, a maioria das batatas processadas que os americanos comem são batatas fritas.

As pessoas que comem batatas fritas duas ou mais vezes por semana duplicam o risco de morrer precocemente em comparação com aqueles que as evitam, revelou um estudo recente publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Comer batatas que não foram fritas não estava associada a um risco de mortalidade precoce semelhante, observaram os pesquisadores.

Veronese e seus colegas acompanharam 4.440 pessoas entre 45 e 79 anos durante um período de oito anos para estudar osteoartrite. Embora a maioria de nós possa ter assumido que as batatas fritas podem ser pouco saudáveis, há dados científicos “muito limitados” sobre esta questão, explicou Veronese. Esta equipe de pesquisa decidiu momentaneamente deixar de lado a principal questão da osteoartrite e observar o consumo de batatas dos participantes.

O estudo é observacional, o que significa que os pesquisadores simplesmente rastrearam o comportamento de um grupo de pessoas e encontraram uma associação entre um comportamento – comer batatas fritas – e outro fator – morte precoce. Como é um estudo observacional, Veronese e seus co-autores observam que não se pode dizer que comer batatas fritas diretamente causa uma mortalidade precoce – exigiria mais pesquisas para chegar a uma conclusão mais fidedigna.

“Mesmo que seja um estudo observacional, acredita-se que o óleo de cozinha, rico em gorduras trans, seja um fator importante para explicar a mortalidade naqueles que comem mais batatas”, disse Veronese. A gordura trans mostrou aumentar o “mau”, ou LDL colesterol no sangue, o que pode levar a doenças cardiovasculares. No entanto, ele também acrescentou que “outros fatores importantes”, incluindo a obesidade, um estilo de vida sedentário e o uso de grandes quantidades de sal também podem desempenhar um papel na morte precoce daqueles que comem duas ou mais porções de batatas fritas a cada semana.

Uma batata de tamanho médio possui 110 calorias, não tem gordura, sódio ou colesterol, e fornece quase um terço do requerimento diário de vitamina C com mais potássio do que uma banana. Como a batata é preparada/processada, aumentará o teor de calorias, gorduras e sódio, no entanto, os nutrientes básicos permanecem, não importa como ele seja preparado.

Entendendo a Acrilamida:

O perigo potencial ao comer alimentos frito com amido, como as batatas fritas, é a acrilamida. A acrilamida é um produto químico produzido quando alimentos feculentos como batatas são fritas, assadas ou assadas a altas temperaturas. O processo de escurecimento é, na verdade, uma reação que produz esse produto químico, que mostra causar câncer em animais de laboratório e é considerado tóxico para os seres humanos.

Você pode reduzir a ingestão de acrilamida com alimentos fervíveis ou cozidos, em vez de fritá-los. Se você for fritar alimentos, faça isso rapidamente.

Conclusão:

Finalmente, recomenda-se que as batatas não devam ser armazenadas na geladeira pois isso pode levar a produzir mais acrilamida quando as batatas são posteriormente cozidas. Aumente a ingestão de frutas e vegetais como uma alternativa mais saudável.

 

Referência:

http://edition.cnn.com/2017/06/14/health/fried-potatoes-early-death/index.html

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SUBSTITUIÇÃO DAS GORDURAS SATURADAS POR INSATURADAS | Doença Cardiovascular http://medifoco.com.br/substituicao-das-gorduras-saturadas-por-insaturadas-doenca-cardiovascular/ http://medifoco.com.br/substituicao-das-gorduras-saturadas-por-insaturadas-doenca-cardiovascular/#respond Sat, 17 Jun 2017 12:47:34 +0000 http://medifoco.com.br/?p=13978 Neste texto iremos mostrar que a substituição da ingestão de gorduras saturadas por insaturadas, especialmente gorduras poliinsaturadas, diminui a incidência de doença cardiovascular. A doença cardiovascular é a principal causa mundial de morte, representando 17,3 milhões de mortes por ano. O tratamento preventivo que reduz a doença cardiovascular até mesmo em uma pequena porcentagem pode […]

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Neste texto iremos mostrar que a substituição da ingestão de gorduras saturadas por insaturadas, especialmente gorduras poliinsaturadas, diminui a incidência de doença cardiovascular. A doença cardiovascular é a principal causa mundial de morte, representando 17,3 milhões de mortes por ano. O tratamento preventivo que reduz a doença cardiovascular até mesmo em uma pequena porcentagem pode reduzir substancialmente, a nível nacional e global, o número de pessoas que desenvolvem doença cardiovascular e os custos de atendê-las.

Este conselho presidencial da American Heart Association sobre gorduras alimentares e doença cardiovascular analisa e discute a evidência científica, incluindo os estudos mais recentes, sobre os efeitos da ingestão dietética de gordura saturada e sua substituição por outros tipos de gorduras e carboidratos na doença cardiovascular.

A American Heart Association reafirmou sua recomendação de que as pessoas substituam as gorduras saturadas por gorduras insaturadas. Após revisar estudos recentes, o grupo concluiu o seguinte:

  1. A diminuição da ingestão de gordura total não é recomendada – dietas com baixo teor de gordura não previnem doenças cardíacas coronárias.
  2. Reduzir a ingestão de gordura saturada, enquanto aumenta a ingestão de gordura poliinsaturada, está associada a uma redução nos eventos de doenças cardiovasculares (DCV) semelhantes ao que é alcançado pelas estatinas.
  3. Substituir gorduras saturadas por gorduras poliinsaturadas ou monoinsaturadas reduz os níveis de LDL e triglicerídeos.
  4. Gorduras poli-insaturadas (por exemplo, óleo de milho) parecem ser mais eficazes do que gorduras monoinsaturadas (por exemplo, azeite de oliva) na redução de eventos CVD.
  5. O óleo de coco, que é principalmente gordura saturada, aumenta a LDL como outras gorduras saturadas.
  6. A mudança de gorduras saturadas para insaturadas deve ocorrer ao lado da aderência a um padrão de alimentação saudável, como a dieta mediterrânea ou DASH (Abordagens Dietéticas para Parar a Hipertensão).

A American Heart Association defende a posição contra gordura saturada. Substitua-o por óleo vegetal insaturado para a saúde cardíaca, diz o aconselhamento.

A American Heart Association duplicou suas recomendações dietéticas em um apelo consultivo para substituição de gorduras saturadas por óleo vegetal poli e monoinsaturado e para ajudar a prevenir doenças cardíacas.

“Levando em consideração a totalidade da evidência científica, satisfazendo critérios rigorosos para a causalidade, concluímos fortemente que a redução da ingestão de gorduras saturadas e a substituição por gorduras insaturadas, especialmente gorduras poliinsaturadas, diminuirá a incidência de doença cardiovascular”, afirmou o conselho.

O presidente da American Heart Association reconheceu que as meta-análises discordaram sobre se a gordura saturada da dieta realmente prejudica o coração. Tem sido ainda mais debatido nas mídias sociais e na imprensa popular.

“Queremos colocar de maneira clara porque a pesquisa científica bem conduzida apoia esmagadoramente a limitação de gorduras saturadas na dieta para prevenir doenças do coração e dos vasos sanguíneos”, disse o autor Frank Sacks, MD, da Harvard School of Public Health em Boston , disse em um comunicado de imprensa da AHA.

Enfatizou que as recomendações de ingestão de gordura são apenas parte de um padrão alimentar saudável geral, como o DASH (Abordagens Dietéticas para Parar a Hipertensão) ou a dieta mediterrânea.

Não foi recomendada a redução da gordura alimentar total ou um objetivo para a ingestão total de gordura.

A evidência citada centrou-se em quatro ensaios que compararam a alta ingestão de gordura saturada contra a alta ingestão de gorduras poliinsaturadas com pelo menos 2 anos de intervenção sustentada, medidas de adesão objetivas e monitoramento de eventos cardiovasculares validados.

Juntos, esses testes mostraram um risco relativo de 0,71 para doença cardíaca coronária (IC 95%: 0,62-0,81).

A substituição de gorduras saturadas por carboidratos refinados e açúcares não tem benefício, sugeriram outros estudos.

Uma gordura em grande parte saturada que muitos vêem como saudável – o óleo de coco – aumentou o colesterol LDL mais do que o óleo de soja ou azeite em estudos cuidadosamente controlados, da mesma forma que outras gorduras saturadas, como a manteiga e a gordura da carne bovina.

Dada a falta de “demonstrar efeitos favoráveis, desaconselhamos o uso do óleo de coco”, observou o painel de aconselhamento.

Resumo:

Em resumo, ensaios controlados randomizados que reduziram a ingestão de gorduras saturadas dietéticas e substituíram por óleo vegetal poliinsaturado reduziram a doença cardiovascular em aproximadamente 30%, semelhante à redução obtida pelo tratamento com estatina.

Estudos prospectivos de observação em muitas populações mostraram que uma ingestão mais baixa de gordura saturada, juntamente com maior ingestão de gordura poliinsaturada e monoinsaturada, está associada a menores taxas de DCV e a outras causas importantes de morte e mortalidade por todas as causas.

Em contraste, a substituição de gorduras saturadas com carboidratos e açúcares principalmente refinados não está associada a menores taxas de DCV e não reduziu a DCV em ensaios clínicos.

A substituição de gorduras saturadas por gorduras não saturadas reduz o colesterol de lipoproteínas de baixa densidade, uma causa de aterosclerose, ligando evidências biológicas com incidência de DCV em populações e em ensaios clínicos.

Levando em consideração a totalidade da evidência científica, satisfazendo critérios rigorosos para a causalidade, concluímos fortemente que reduzir a ingestão de gordura saturada e substituí-la por gorduras não saturadas, especialmente gorduras poliinsaturadas, reduzirão a incidência de DCV.

Esta mudança recomendada de gorduras saturadas para insaturadas deve ocorrer simultaneamente em um padrão alimentar saudável geral, como DASH (Abordagens Dietéticas para Parar a Hipertensão) ou a dieta mediterrânea, como enfatizou as diretrizes de estilo de vida 2013 American Heart Association / American College of Cardiology e 2015 para Diretrizes dietéticas 2020 para americanos.

As gorduras poliinsaturadas são as melhores gorduras para comer. São encontradas principalmente em óleos vegetais, como óleo de soja, óleo de amendoim, óleo de milho. Gorduras monoinsaturadas, encontradas no óleo de girassol, azeite, nozes e abacate, também são boas – muito melhores do que gorduras saturadas, mas não tão saudáveis ​​quanto as gorduras poliinsaturadas.

Nos últimos anos, aumentou o conhecimento sobre os benefícios das gorduras poliinsaturadas. Elas estão associadas a uma redução na mortalidade total e nenhum aumento compensatório na morte por outras causas, além de serem associados a uma redução na resistência à insulina . O mesmo é visto com gorduras monoinsaturadas, mas o efeito é menor.

 

Referência:

Circulation June 13, 2017, Volume 135, Issue 24.

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ÔMEGA 3 | Benefícios e Riscos http://medifoco.com.br/omega-3-beneficios-e-riscos/ http://medifoco.com.br/omega-3-beneficios-e-riscos/#respond Fri, 16 Jun 2017 14:11:32 +0000 http://medifoco.com.br/?p=13973 Há alguns anos o ômega 3 vem ganhando adeptos e a propagação de ser um dos grandes aliados da boa saúde fez surgir no mercado uma quantidade expressiva de suplementos que lota as prateleiras de drogarias e lojas de produtos naturais. Mas, você sabe o que é ômega 3, quais os seus reais benefícios para […]

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Há alguns anos o ômega 3 vem ganhando adeptos e a propagação de ser um dos grandes aliados da boa saúde fez surgir no mercado uma quantidade expressiva de suplementos que lota as prateleiras de drogarias e lojas de produtos naturais. Mas, você sabe o que é ômega 3, quais os seus reais benefícios para a saúde e as contraindicações?

O ômega 3 é um conjunto de ácidos graxos da família dos poli-insaturados e sua composição contém três tipos diferentes: o alfa-linolênico (ALA), o eicosapentaenoico (EPA) e o docosahexaenóico (DHA). Esses ácidos, que atuam na proteção da saúde cardiovascular e das funções cerebrais, não são produzidos por nosso organismo e só podem ser obtidos através da alimentação ou de suplementos especiais.

Ao contrário de várias outras gorduras, a poli-insaturada do ômega 3 faz bem ao organismo porque forma uma camada de lipídio nas membranas celulares melhorando de forma substancial suas funções. Além disso, esse tipo de gordura é fonte de energia, dá sabor aos alimentos e é essencial para a absorção das vitaminas lipossolúveis, A, D, E e K, pelo intestino.

As principais fontes de ômega 3 são os peixes de águas geladas e profundas como a sardinha, o arenque, o salmão e o atum, além das algas marinhas, todos ricos nos ácidos EPA e DHA; sementes de linhaça e de chia, e as nozes, são fontes de ácido alfa-linoleico, ou ALA.

Benefícios do Ômega 3:

O consumo de ômega 3 pode proporciona diversos benefícios para a saúde. Entre eles estão: ação anti-inflamatória, capacidade de fortalecer o sistema imunológico, controle da pressão arterial, evita coágulos sanguíneos e estimula a vasodilatação, reduz os níveis de colesterol e triglicérides, protege a retina prevenindo a degeneração macular, ajuda a formação da bainha de mielina melhorando o desempenho cognitivo e a atividade cerebral, auxilia no tratamento da depressão promovendo o bom humor e o bem-estar, alivia os sintomas da artrite reumatoide, restaura o equilíbrio da massa óssea prevenindo a osteoporose, diminui o risco de diabetes do tipo 2, e pode auxiliar no combate à obesidade.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, incluir peixe no cardápio duas vezes por semana é o suficiente para abastecer o organismo de ômega 3 e prevenir alguns problemas de saúde. Se não for possível, basta optar por alga marinha os pelas sementes ricas em ALA.

Há no mercado alguns alimentos industrializados, como pães, leite, ovos, cereal, creme vegetal, entre outros, enriquecidos com ômega 3, mas é preciso ficar atento. Antes de comprar, observe qual a quantidade e o tipo óleo utilizado na preparação; o vegetal é mais barato e não consegue o mesmo resultado do óleo de peixe. O mesmo cuidado vale para os suplementos pois há muitas fraudes nas cápsulas. Se o preço for muito mais baixo do que a média, desconfie. Muitas delas não fornecem a quantidade necessária de EPA e DHA, e algumas nem contém ômega 3, sem citar o risco de apresentarem toxinas e metais pesados.

Estudos observacionais em adultos geralmente saudáveis ​​e ensaios randomizados em pacientes com doença cardíaca coronária indicam que o consumo modesto de óleo de peixe (aproximadamente 250 mg  por dia de EPA + DHA) pode reduzir o risco de morte por doença cardíaca e morte cardíaca súbita. Isto é de particular importância em indivíduos que já possuem doença cardíaca coronariana ou seja de alto risco para esta doença. Vários ensaios randomizados mais recentes não conseguiram demonstrar efeitos significativos, embora uma meta-análise demonstrou reduções modestas na mortalidade por doença cardíaca coronariana.

Riscos da suplementação de Ômega 3:

As cápsulas de ômega 3 devem ser consumidas com moderação e sempre sob orientação médica ou nutricional pois podem existir riscos. O excesso desses ácidos no organismo pode desenvolver ou agravar doenças.

Portadores de problemas de coagulação, como hemofílicos por exemplo, devem evitar o consumo em doses elevadas do suplemento porque o ácido graxo concentrado nas cápsulas deixa o sangue mais fluído e pode provocar sangramento. O mesmo se aplica a quem possui prótese cardíaca. Em gestantes, o excesso de ômega 3 pode prejudicar o feto.

A suplementação de Ômega 3 aumenta o risco de câncer?

Em geral, a evidência atual não suporta nenhum efeito importante do consumo de peixe ou óleo de peixe no risco de câncer.

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CISTOS NOS OVÁRIOS | Principais causas http://medifoco.com.br/cistos-nos-ovarios-principais-causas/ http://medifoco.com.br/cistos-nos-ovarios-principais-causas/#respond Sat, 20 May 2017 14:02:12 +0000 http://medifoco.com.br/?p=13961 O cisto é uma membrana, uma espécie de bolsa, com acúmulo de liquido ou semilíquido em seu interior e pode surgir em qualquer parte do corpo humano. No caso dos cistos nos ovários, eles aparecem dentro ou na superfície do ovário. O cisto no ovário é bastante comum em mulheres em idade fértil, que vai […]

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O cisto é uma membrana, uma espécie de bolsa, com acúmulo de liquido ou semilíquido em seu interior e pode surgir em qualquer parte do corpo humano. No caso dos cistos nos ovários, eles aparecem dentro ou na superfície do ovário. O cisto no ovário é bastante comum em mulheres em idade fértil, que vai da puberdade à menopausa; quando é pequeno muitas vezes passa desapercebido por não apresentar sintomas e pode desaparecer espontaneamente em pouco tempo.

Felizmente, a maioria dos cistos ovarianos não requerem remoção cirúrgica e não são causados ​​por câncer. Os cistos podem variar em tamanho, podendo ser menor do que um centímetro ou maior que 10 centímetros.

Há diversos tipos de cistos de ovário; os mais comuns são os chamados cistos funcionais que se formam durante o ciclo menstrual e podem ser de dois tipos distintos, o folicular e o lúteo.

Mensalmente, durante o ciclo menstrual, um folículo com um óvulo em seu interior se desenvolve dentro do ovário. Na maioria das vezes, na metade do ciclo esse folículo se rompe e libera um óvulo que segue a caminho de uma das trompas. Quando o folículo não consegue se romper, ele continua acumulando líquidos em seu interior dando origem a um cisto folicular. Esse tipo é o mais comum, principalmente em mulheres jovens, e costuma desaparecer em algumas semanas.

No momento em que o folículo ovariano se rompe e libera o óvulo ele passa a ser chamado de corpo lúteo e a produzir os hormônios que vão preparar o útero para a gravidez. Se não houver a fecundação do óvulo, o corpo lúteo desaparece em poucos dias. Mas às vezes, após liberar o óvulo ele volta a se fechar e a acumular líquido. Está criado o cisto lúteo, que pode conter uma pequena quantidade de sangue, costuma atingir mais de três centímetros de diâmetro, mas também desaparece em pouco tempo.

Os principais cistos nos ovários em mulheres antes da menopausa são:

  • Ovulação – Os cistos ovarianos “funcionais” se desenvolvem quando um folículo cresce, mas não se rompe para liberar o óvulo. Estes cistos geralmente regridem sem tratamento;
  • Cistos dermóides – Os cistos dermóides (teratomas) são um dos tipos mais comuns de cistos encontrados em mulheres entre 20 e 40 anos. Um cisto dermóide é constituído por células germinativas ovarianas (células germinativas são células reprodutivas, por exemplo, ovos) e pode conter dentes, cabelos ou gordura. A maioria dos cistos dermóides são benignos, mas raramente, eles podem ser cancerosos. Podem crescer bastante, podendo chegar a mais de 30 cm de diâmetro e, em geral, provocar dor;
  • Cistadenoma: esse cisto se desenvolve a partir do tecido que reveste os ovários; também é considerado um tumor benigno, pode ter até 20 cm de diâmetro e não desaparece sozinho. Pode surgir nos dois ovários simultaneamente;
  • Síndrome dos ovários policísticos (SOP) – As mulheres com SOP podem ter muitos cistos pequenos. Estes cistos não necessitam de ser removidos ou tratados com medicação, mas as mulheres com SOP podem necessitar de tratamento para outros problemas de SOP, tais como períodos menstruais irregulares;
  • Endometriose – esse cisto ocorre mais frequentemente em mulheres com endometriose, problema caracterizado pela presença do tecido que reveste o interior do útero fora da cavidade uterina; neste caso, nos ovários. Esse tipo de cisto costuma ser dolorido e quando se rompe pode provocar forte dor abdominal. Mulheres com endometriose podem desenvolver um tipo de cisto ovariano chamado endometrioma, ou “cisto chocolate”;
  • Gravidez – Um cisto no ovário normalmente se desenvolve no início da gravidez, para ajudar a apoiar a gravidez até a placenta formas. Em alguns casos, o cisto permanece no ovário até mais tarde na gravidez;
  • Infecções pélvicas graves – infecções pélvicas graves podem acometer os ovários e trompas de falópio. Como resultado, os cistos cheios de pus se formam perto dos ovários e/ou trompas de falópio;
  • Cistos não cancerosos;
  • Câncer – O câncer é uma causa relativamente incomum de cistos nos ovários em mulheres pré-menopáusicas; Menos de 1 por cento dos novos cistos do ovário estão relacionados com o câncer do ovário.

Nas mulheres que deixaram de ter períodos menstruais, as causas mais comuns de cistos nos ovários incluem:

  • Cistos não cancerosos;
  • Acúmulo de líquido no ovário.

Em mulheres pós-menopáusicas, novos crescimentos em torno do ovário são um pouco mais prováveis ​​de serem causados ​​por câncer do que em mulheres pré-menopausa.

Na maioria dos casos, os cistos nos ovários – especialmente os funcionais – não apresentam sintomas e desaparecem espontaneamente em poucas semanas. Mas, quando crescem demais, rompem ou ficam torcidos pode haver disfunção menstrual, desconforto abdominal, dor durante a relação sexual e funcionamento irregular do intestino, entre outros sintomas.

Caso haja suspeita de um cisto no ovário, procure seu ginecologista; através de exames ele pode determinar se há realmente o cisto, qual é o seu tipo, e se for o caso prescrever o tratamento adequado.

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REPOSIÇÃO HORMONAL NA MENOPAUSA | Riscos e Indicações http://medifoco.com.br/reposicao-hormonal-da-menopausa-riscos-e-indicacoes/ http://medifoco.com.br/reposicao-hormonal-da-menopausa-riscos-e-indicacoes/#respond Mon, 01 May 2017 17:08:55 +0000 http://medifoco.com.br/?p=13958 Menopausa é a fase na vida da mulher quando terminam os ciclos menstruais. Neste momento, os ovários param de liberar os óvulos e de produzir os hormônios estrogênio e progesterona. A menopausa geralmente ocorre entre as idades de 45 e 55 anos, sendo a idade média de 51 anos. Neste momento poderá ser iniciada a reposição hormonal […]

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Menopausa é a fase na vida da mulher quando terminam os ciclos menstruais. Neste momento, os ovários param de liberar os óvulos e de produzir os hormônios estrogênio e progesterona. A menopausa geralmente ocorre entre as idades de 45 e 55 anos, sendo a idade média de 51 anos. Neste momento poderá ser iniciada a reposição hormonal na menopausa.

Como eu sei se estou entrando na menopausa?

A maioria das mulheres começam a entrar na menopausa quando seus ciclos menstruais começam a mudar, podendo apresentar os seguintes sinais e sintomas:

● Diminuição da frequência menstrual habitual (por exemplo, a cada 5 a 6 semanas ao invés de 4 semanas);
● Presença de sangramento que dura menos dias que o habitual;
● Períodos com ausência da menstruação;
● Presença de sintomas da menopausa, tais como sensação súbita de calor no corpo acompanhada de suor ou depressão.

O que é a reposição hormonal na menopausa?

A reposição hormonal na menopausa é um termo amplo utilizado para descrever o uso do estrogênio ou da terapia combinada estrogênio-progesterona. O objetivo da reposição hormonal na menopausa é aliviar os sintomas da menopausa, sendo os “fogachos” (sensação súbita de calor no corpo acompanhada de suor) o mais importante. Outros sintomas associados ao climatério (período que antecipa a menopausa) e a menopausa que respondem ao tratamento hormonal incluem a labilidade/depressão do humor, atrofia vaginal, distúrbios do sono (quando relacionados aos fogachos) e, em alguns casos, dores articulares.

O Estudo WHI (Women’s Health Initiative):

Foi o maior estudo que avaliou o uso da reposição hormonal na menopausa. Participaram deste grande estudo cerca de 27.000 mulheres na menopausa, com média de idade de 63 anos, onde foram estudados os grupos de mulheres em uso de estrogênio sem a progesterona e estrogênio com progesterona versus placebo. Ao final do estudo foi evidenciado um aumento de risco de doença cardíaca coronariana, derrame, tromboembolismo venoso e câncer de mama.

A reposição hormonal na menopausa diminuiu significativamente após a publicação dos resultados deste grande estudo em 2002. Em um relatório do NHANES, a reposição hormonal na menopausa nos Estados Unidos em mulheres com mais de 40 anos diminuiu de 22% de 1999 a 2002 para 12% em 2003 a 2004, atingindo 4,7% de 2009 a 2010. Este declínio contínuo ocorreu apesar dos dados tranquilizadores de que os benefícios da reposição hormonal na menopausa compensam os riscos para a maioria das mulheres jovens na menopausa (dentro de 10 anos de menopausa ou menores de 60 anos).

Ao analisar os dados das mulheres mais novas (50 a 59 anos) o perfil risco-benefício foi mais favorável em comparação com mulheres mais velhas, ou seja, os riscos do tratamento hormonal em mulheres pós-menopáusicas mais jovens são consideravelmente mais baixos do que aqueles para mulheres mais velhas.

Conclusões:

As mulheres na menopausa com sintomas, saudáveis e ​​com 50 anos, devem saber que o risco absoluto de complicações com a terapia de reposição hormonal por até cinco anos é muito baixo.

Para mulheres saudáveis, peri / pós-menopáusicas, dentro de 10 anos de menopausa (ou <60 anos) com sintomas moderados a graves, sugerimos terapia de reposição hormonal como tratamento de escolha. Exceções incluem mulheres com história de câncer de mama, doença cardíaca coronária, trombose venosa prévia, acidente vascular cerebral, doença hepática ativa ou aquelas de alto risco para estas complicações.

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