MediFoco http://medifoco.com.br O Foco é a sua Saúde Thu, 07 Jun 2018 15:46:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.6 http://medifoco.com.br/wp-content/uploads/2017/07/cropped-logo9.fw_-32x32.png MediFoco http://medifoco.com.br 32 32 SEROTONINA – O HORMÔNIO DA FELICIDADE http://medifoco.com.br/serotonina-o-hormonio-da-felicidade/ http://medifoco.com.br/serotonina-o-hormonio-da-felicidade/#respond Thu, 07 Jun 2018 15:41:54 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14350 Neste texto iremos explicar o que é a serotonina, suas funções, os sintomas da deficiência ou excesso, os alimentos que ajudam a aumentar seus níveis. O nosso cérebro possui uma série de neurotransmissores, compostos químicos produzidos pelos neurônios, que trabalham em diversas áreas e são responsáveis pela perfeita comunicação entre as células do sistema nervoso. […]

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Neste texto iremos explicar o que é a serotonina, suas funções, os sintomas da deficiência ou excesso, os alimentos que ajudam a aumentar seus níveis.

O nosso cérebro possui uma série de neurotransmissores, compostos químicos produzidos pelos neurônios, que trabalham em diversas áreas e são responsáveis pela perfeita comunicação entre as células do sistema nervoso. São eles que ajudam a função cerebral conduzindo impulsos nervosos para várias partes do corpo.

Entre as dezenas de neurotransmissores, um dos mais importantes é a serotonina. Integrante do chamado ‘quarteto da felicidade’, esse hormônio é o responsável pela sensação de disposição e bem estar tão necessária para manter o humor em alta no nosso dia a dia.

Funções da serotonina:

A serotonina tem por missão controlar importantes emoções como o humor e a agressividade e promover a sensação de satisfação, prazer, tranquilidade e bem estar. Além disso, regulariza o sono e o apetite, combate a ansiedade e o estresse, mantém o ritmo cardíaco e a temperatura corporal. A serotonina também facilita a coagulação sanguínea e ajuda a cicatrização.

Níveis normais de serotonina no cérebro nos deixam mais positivos, focados, felizes, seguros e bem humorados. Mas, em excesso pode ser prejudicial. Quando em níveis elevados pode ocorrer aumento dos batimentos cardíacos, provoca náuseas e diarreia, pode prejudicar a saúde dos ossos, promover agitação e inquietude, além de insônia e enxaqueca. Em baixa, esse neurotransmissor, traz tristeza, compulsão alimentar, cansaço, disfunção sexual, alto grau de ansiedade e até depressão.

Os principais sintomas de que a serotonina está em baixa são: mau humor, irritabilidade, sonolência, falta de concentração, impaciência, agitação, vontade de comer doces e inibição do desejo sexual.

Como manter a serotonina em níveis adequados?

O binômio alimentação saudável e atividade física é a chave para manter a concentração ideal de serotonina no cérebro.

Quais os alimentos aumentam os níveis de serotonina?

Para isso, invista em alimentos ricos em triptofano como: carnes magras, ovos, leite e laticínios; leguminosas como grão de bico e feijões; cereais integrais; castanhas, amêndoas, nozes e amendoim; tomate, banana, abacate, abacaxi e frutas secas como damasco e ameixa; verduras e legumes, chocolate meio amargo e vinho tinto. Além disso, caso haja deficiência comprovada por um médico através de exame de sangue, faça reposição de vitaminas do complexo B, especialmente as B6 e B12, e de magnésio. Para complementar, tome sol para sintetizar vitamina D, mantenha o sono regular e pratique atividade física com regularidade e, de preferência, ao ar livre.

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OS TIPOS DE CARBOIDRATOS http://medifoco.com.br/tipos-de-carboidratos/ http://medifoco.com.br/tipos-de-carboidratos/#respond Tue, 29 May 2018 01:02:32 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14346 Os carboidratos, assim como as proteínas e as gorduras, são um macronutriente essencial para manter nosso organismo forte e saudável. Chamados de glicídios, eles são compostos de carbono, hidrogênio e oxigênio, e são fundamentais para a produção de glicose, a molécula que fornece a energia necessária para o funcionamento de todas as células do corpo. […]

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Os carboidratos, assim como as proteínas e as gorduras, são um macronutriente essencial para manter nosso organismo forte e saudável. Chamados de glicídios, eles são compostos de carbono, hidrogênio e oxigênio, e são fundamentais para a produção de glicose, a molécula que fornece a energia necessária para o funcionamento de todas as células do corpo. Neste texto explicaremos os diferentes tipos de carboidratos, além de suas vantagens e desvantagens.

Nosso organismo precisa dessa energia para sintetizar hormônios, alimentar as células do sistema nervoso central e manter o cérebro ativo. Sem ela, movimentos triviais como andar, correr, pular ficam comprometidos; além disso, sua falta pode provocar dor de cabeça, tremores e até desmaios.

Outro benefício dos carboidratos é que eles protegem os músculos. Quando há a quantidade ideal de glicose na corrente sanguínea, o organismo não precisa utilizar a energia das proteínas, que serão canalizadas para reparar e manter a massa muscular.

Tipos de Carboidratos:

Os carboidratos são divididos em dois tipos, os simples e os complexos, assim classificados de acordo com a quantidade de átomos de carbono em sua composição.

Os carboidratos simples têm uma estrutura molecular reduzida e, por isso, sua digestão e absorção é mais fácil, aumentando rapidamente os níveis de glicose no sangue (alto índice glicêmico). Frutas, mel, xarope de milho e açúcar são exemplos de carboidratos simples.

Os carboidratos complexos possuem uma estrutura química maior e, por isso, são digeridos e absorvidos mais lentamente (baixo índice glicêmico), provocando um aumento gradativo da glicemia e a sensação de saciedade por um tempo mais prolongado. Nesse grupo estão cereais e raízes como a batata doce e a beterraba.

Há ainda, duas categorias de carboidratos: os integrais e os refinados.

Os integrais são os mais saudáveis e devem compor uma dieta balanceada porque contêm, além de nutrientes as fibras naturais dos alimentos, grandes aliadas do sistema gastrointestinal. Nessa lista estão: verduras, legumes, frutas, nozes, cereais, tubérculos e sementes.

Já os carboidratos refinados são menos recomendáveis e devem ser evitados porque trazem poucos benefícios à saúde. Entre eles estão: refrigerantes e outras bebidas adoçadas, pão, farinha, macarrão e arroz brancos, além de biscoitos, bolos, e batata frita e chips, entre outros.

Tanto o excesso quanto a diminuição drástica ou mesmo a restrição total de carboidratos na alimentação podem provocar diversos problemas de saúde.

Exagerar na ingestão do carboidrato levará ao acúmulo de gordura corporal, diminuição do chamado colesterol bom (hdl colesterol), aumento do nível de triglicérides, além de contribuir para o desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Quando há escassez de carboidratos, o corpo fica sem a sua principal fonte de energia e sofre uma série de consequências. O cérebro, que necessita basicamente de glicose para funcionar, é o órgão mais afetado; a privação provoca variação de humor, falta de ânimo, tontura, tremores, nervosismo, estresse, náusea e dor de cabeça. Além disso, a queda de energia também gera fadiga muscular, especialmente  após a prática de atividade física.

Por fim, o carboidrato certo e na medida correta é necessário para manter uma alimentação balanceada e saudável, e com ela o bom funcionamento do nosso corpo. Caso haja necessidade de alteração na dieta diária, com o aumento, diminuição ou mesmo supressão de algum tipo de alimento, ela deve ser indicada por um médico ou nutricionista.

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TENDINOSE | O que é? http://medifoco.com.br/tendinose-o-que-e/ http://medifoco.com.br/tendinose-o-que-e/#respond Fri, 16 Mar 2018 19:37:52 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14316 Os tendões tem uma função extremamente importante para a manutenção do esqueleto; eles unem os músculos aos ossos, são responsáveis pelas articulações e mantém o equilíbrio do corpo. Com estrutura fibrosa, tem a função de transmitir a força gerada por um músculo à estrutura óssea produzindo movimento. Neste texto iremos explicar o que é a […]

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Os tendões tem uma função extremamente importante para a manutenção do esqueleto; eles unem os músculos aos ossos, são responsáveis pelas articulações e mantém o equilíbrio do corpo. Com estrutura fibrosa, tem a função de transmitir a força gerada por um músculo à estrutura óssea produzindo movimento. Neste texto iremos explicar o que é a tendinose, os sintomas, diagnóstico e tratamento.

Os tendões, com forma plana, cilíndrica ou de cordão, apesar de sua enorme resistência e alguma elasticidade, estão sujeitos a sofrer uma série de lesões provocadas por sobrecarga ou traumas. São as chamadas tendinopatias, caracterizadas pela presença de dor e limitação dos movimentos na área afetada. Essas tendinopatias são e conhecidas como tendinite e tendinoseas que têm sintomas similares, mas causas e o tratamento diferentes.

O que é a Tendinose?

A tendinite é uma inflamação aguda de um tendão e ocorre em consequência de um trauma ou por esforço repetitivo. Já a tendinose é um processo de degeneração do próprio tendão provocada por uma tendinite que tornou-se crônica, pelo uso excessivo de uma articulação ou por esforço muscular muito grande na região afetada sem que o tendão tenha tido tempo para repousar e cicatrizar.

Na tendinose, o tendão já debilitado apresenta áreas de acúmulo de líquido e pequenas micro rupturas em sua estrutura, especialmente nos locais onde ele se une aos ossos. Esses esgarçamentos são irreversíveis e, se não tratados, podem levar a um rompimento total do tendão, mesmo com um pequeno esforço.

O rompimento de um tendão, além de extremamente doloroso, exige cirurgia que, mesmo bem sucedida, deixa sequelas, entre elas uma redução acentuada da força original da articulação afetada que, provavelmente, não poderá mais ser usada como antes.

A tendinose é controlável, exige tratamento específico, mas não tem cura porque os danos no tecido do tendão permanecem; o problema é mais comum nos pulsos, ombros, joelhos e calcanhares.

Sintomas, diagnóstico, tratamento e prevenção da Tendinose:

Os principais sintomas da tendinose são semelhantes aos da tendinite e incluem desconforto e dificuldade de movimento na articulação afetada, fraqueza muscular, leve inchaço, formigamento e diminuição de força. Mas, vale lembrar que na tendinite há inflamação no tendão, o que não ocorre na tendinose.

A distinção entre os dois casos só é possível através de exames de imagem como a ultrassonografia e a ressonância magnética, capazes de revelar o processo de degeneração dos tendões.

O tratamento da tendinose requer, de início, repouso e imobilização da área afetada, além do uso de compressas de gelo várias vezes ao dia. O retorno às atividades normais deve ser gradual e acompanhado de sessões de fisioterapia, reeducação postural para evitar esforço excessivo de uma articulação e exercícios de alongamento e fortalecimento muscular.

O tempo de tratamento da tendinose, normalmente, é de 3 a 6 meses, período necessário para melhorar a força do tendão e interromper o ciclo de lesões, apesar de ser bem pouco provável que elas regridam totalmente. Muitos pacientes permanecem com alguma limitação de movimentos na articulação afetada, mesmo após a conclusão do tratamento.

Para a prevenção de lesões nos tendões e manutenção dos tecidos saudáveis é aconselhável manter uma rotina de alongamentos e fortalecimento muscular antes da prática de atividade física e durante o trabalho que requer força excessiva ou movimentos repetitivos. Ao menor sinal de tendinite ou desconforto em qualquer das articulações, procure um ortopedista para dar início a um tratamento específico e evitar um problema crônico cuja consequência é a tendinose.

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Especialistas atualizam recomendações mundiais para a hipertensão http://medifoco.com.br/nova-meta-hipertensao/ http://medifoco.com.br/nova-meta-hipertensao/#respond Thu, 01 Mar 2018 18:06:11 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14294 Associação Americana do Coração e o Colégio Americano de Cardiologia atualizaram informações sobre o diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial, como mostra a edição de fevereiro da Revista Saúde. São Paulo, fevereiro de 2018 – Atingindo cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo, a hipertensão é uma das doenças que mais mata. […]

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Associação Americana do Coração e o Colégio Americano de Cardiologia atualizaram informações sobre o diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial, como mostra a edição de fevereiro da Revista Saúde.

São Paulo, fevereiro de 2018 – Atingindo cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo, a hipertensão é uma das doenças que mais mata. Apesar de afetar grande parte da população, a patologia é silenciosa e, por isso, esconde um grande perigo. Para tentar contornar esse cenário, a Associação Americana do Coração e o Colégio Americano de Cardiologia atualizaram as recomendações mundiais para diagnóstico e tratamento da pressão alta. A revista SAÚDE de fevereiro, integrante do portfólio do Grupo Abril, foi entender um pouco mais do que muda e como é possível se prevenir contra a doença.

Há alguns anos, a pessoa era classificada como hipertensa quando a aferição mostrava números acima de 140 por 90 milímetros de mercúrio (mmHg). Agora, 130 por 80 (o popular 13 por 8) já é doença, e situações que variam de 120 a 129 por 80 (12 por 8) — antes normais — acionam o sinal amarelo. “O controle da pressão ficou mais duro mesmo. Mas dá, sim, para atingir as metas. A gente mostra o caminho com base no que dizem os experts e os estudos”, diz o diretor da publicação, Diogo Massaine Sponchiato.

Em uma matéria especial de capa e com dez páginas internas, SAÚDE mostra como calcular o risco da hipertensão e de que forma controlar a doença. A revista traz dicas precisas de alimentação exercícios e gerenciamento do estresse que comprovadamente diminuem a pressão arterial. “O indivíduo estressado continuamente permanecerá com a pressão num patamar mais elevado”, explica o fisiologista Antonio Claudio Nobrega, da Universidade Federal Fluminense.

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CLORETO DE MAGNÉSIO | Benefícios e Contraindicação http://medifoco.com.br/cloreto-de-magnesio-beneficios-e-contraindicacao/ http://medifoco.com.br/cloreto-de-magnesio-beneficios-e-contraindicacao/#respond Mon, 25 Dec 2017 22:11:59 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14266 O cloreto de magnésio é um suplemento mineral encontrado dissolvido na água do mar; é um sal inorgânico em forma de cristais incolores e com sabor bem amargo. Esse composto químico é indicado para tratar diversos problemas provocados pela deficiência de magnésio no organismo. O magnésio é um mineral fundamental para manter nosso corpo funcionando […]

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O cloreto de magnésio é um suplemento mineral encontrado dissolvido na água do mar; é um sal inorgânico em forma de cristais incolores e com sabor bem amargo. Esse composto químico é indicado para tratar diversos problemas provocados pela deficiência de magnésio no organismo.

O magnésio é um mineral fundamental para manter nosso corpo funcionando corretamente. Ele é responsável pelas mais diversas reações bioquímicas e essencial para prevenir diversos problemas de saúde. É importante para a manutenção dos fluidos nos vasos sanguíneos, dos músculos, ossos e transmissões nervosas, além de regular a pressão arterial, o açúcar no sangue e manter o bom funcionamento das funções renal e imunológica.

Em geral, uma alimentação balanceada é capaz de fornecer a quantidade diária para suprir a necessidade do organismo. Os alimentos mais ricos em magnésio são: nozes e castanhas, grãos integrais, feijão, milho, leite, abóbora, vegetais de folhas verdes, algas marinhas e peixes de águas frias.

Mas, para algumas pessoas, apenas a alimentação não é suficiente. É o caso de quem toma certos medicamentos, como diuréticos, remédios para hipertensão e antibióticos; tem diabetes mal controlada, sofre de alcoolismo ou tem problemas de má absorção intestinal e do estômago, entre outras. Esse grupo está mais sujeito a apresentar falta de magnésio no sangue.

Os sintomas que podem indicar falta de magnésio no organismo são: náusea, fadiga, fraqueza, contrações musculares e câimbra, arritmia, formigamento e dormência.

O uso como suplemento nutricional, pode prevenir uma série de problemas provocados pelo baixo nível de magnésio no sangue, entre eles a redução da absorção de cálcio, potássio e outros minerais.

Benefícios do Magnésio:

Entre os benefícios estão: aumento de algumas funções cerebrais aprimorando a memória e o aprendizado; maior absorção de cálcio, fortalecendo os ossos e prevenindo a osteoporose; melhora na circulação sanguínea minimizando o risco de hipertensão e outros problemas cardiovasculares. O cloreto de magnésio também atua no sistema imunológico e ajuda no combate a infecções; além de prevenir e tratar enxaqueca e dores de cabeça; amenizar o estresse, a depressão e a ansiedade; e melhorar a digestão.

Efeitos colaterais e contraindicação do Magnésio:

Em geral, o cloreto de magnésio é bem tolerado, mas algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais como enjoo, vômito e diarreia. É preciso, também, ficar atento à dosagem, porque, se a falta de magnésio no organismo é ruim, em excesso também é bem perigoso; por isso, antes de consumir é preciso saber se há ou não necessidade da suplementação. O uso indiscriminado ou uma dose diária muito alta pode provocar intoxicação, dificuldade respiratória, fraqueza muscular, afetar o sistema nervoso, aumentar a pressão arterial e, em caso extremo levar ao coma.

O cloreto de magnésio é contraindicado para pessoas que apresentam insuficiência renal, úlcera estomacal ou desidratação. O suplemento também deve ser evitado por quem faz uso de medicamentos para osteoporose ou doença de Paget, reposição do hormônio da tireóide ou usa anfetaminas indicadas para déficit de atenção e hiperatividade.

Vale lembrar: antes de se automedicar, consulte o seu médico; ele pode indicar exames para avaliar o nível sanguíneo do eletrólito e, se necessário iniciar um tratamento.

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NEURITE ÓPTICA | O que é? – Sintomas – Tratamento http://medifoco.com.br/neurite-optica-o-que-e-sintomas/ http://medifoco.com.br/neurite-optica-o-que-e-sintomas/#respond Mon, 25 Dec 2017 21:53:37 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14263 O nervo óptico funciona como um condutor que leva os sinais visuais captados pelo olho até o cérebro. Quando esse nervo sofre uma inflamação, essa transmissão se torna ineficiente diminuindo a capacidade de se identificar a forma e o contorno de objetos, e provocando perda da visão. Esse problema é chamado neurite óptica. A neurite […]

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O nervo óptico funciona como um condutor que leva os sinais visuais captados pelo olho até o cérebro. Quando esse nervo sofre uma inflamação, essa transmissão se torna ineficiente diminuindo a capacidade de se identificar a forma e o contorno de objetos, e provocando perda da visão. Esse problema é chamado neurite óptica.

A neurite óptica ocorre quando há desmielinização do nervo, ou seja, uma alteração em sua camada mais externa. Esse problema surge de repente e, geralmente, em apenas um dos olhos. A perda temporária da visão pode ser total ou discreta, quando atinge apenas uma parte do campo visual. É comum, também, o paciente sentir dor ao movimentar a órbita ocular.

Segundo estudos, a neurite óptica é mais comum em brancos, atinge duas vezes mais as mulheres e, normalmente, surge pela primeira vez em adultos dos 20 aos 45 anos. As causas são de difícil identificação, mas maior incidência está relacionada a doenças autoimunes, como a esclerose múltipla; infecções provocadas por vírus, como caxumba, varicela e herpes; além de outras doenças infecciosas como a tuberculose, sífilis e sarcoidose. Mas, ela também pode surgir isoladamente, sem qualquer associação a outra doença. No caso da esclerose múltipla, a neurite óptica é uma das primeiras manifestações da doença.

Sintomas e tratamento da neurite óptica:

Os sintomas da neurite óptica podem variar, mas as principais queixas são: visão embaçada ou desfocada, perda da acuidade visual, dificuldade para distinguir cores, dor na órbita ocular ao movimentar os olhos e redução na percepção do brilho.

A neurite óptica tem cura e, na maioria dos casos, pode regredir e desaparecer espontaneamente, sem tratamento. Apesar de ser uma das doenças oculares menos frequentes, ela é uma das mais graves e apenas o diagnóstico preciso e precoce, realizado por um oftalmologista, pode evitar a perda permanente da visão.

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HIPERTROFIA DE ADENOIDES | O que é? – Sintomas http://medifoco.com.br/hipertrofia-de-adenoides-o-que-e-sintomas/ http://medifoco.com.br/hipertrofia-de-adenoides-o-que-e-sintomas/#respond Fri, 04 Aug 2017 01:28:05 +0000 http://medifoco.com.br/?p=14223 Para entendermos o que é a hipertrofia de adenoides, primeiramente é importante sabermos o que é a adenoide. Afinal, é muito comum as pessoas acreditarem que adenoide é um tipo de doença, mas não é. As adenoides são duas glândulas que, junto com as amídalas compõem o sistema imunológico e são a primeira frente de […]

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Para entendermos o que é a hipertrofia de adenoides, primeiramente é importante sabermos o que é a adenoide. Afinal, é muito comum as pessoas acreditarem que adenoide é um tipo de doença, mas não é.

As adenoides são duas glândulas que, junto com as amídalas compõem o sistema imunológico e são a primeira frente de defesa do organismo contra germes, bactérias e vírus. Elas também produzem anticorpos e ajudam no combate de infecções.

As adenoides são comuns a todos os humanos durante a primeira infância; elas crescem a partir dos dois anos e começam a diminuir dos sete anos em diante. Essas glândulas, não visíveis a olho nu, estão localizadas em uma região chamada rinofaringe, que fica na parte de trás do nariz, acima da garganta. Nas criança que apresentam episódios frequentes de inflamação nas amídalas, essas ocorrências podem afetar o funcionamento normal das adenoides . Por isso, os problemas nessas glândulas são mais comuns durante a infância.

O que é a hipertrofia de adenoides?

A chamada hipertrofia de adenoides, conhecida como “carne esponjosa”, ocorre quando as glândulas crescem demais e dificultam a passagem de ar pelo nariz, forçando a respiração pela boca.

Outro problema é a adenoidite que é provocada por infecções viral ou bacteriana. A adenoidite, quando não tratada adequadamente, pode transformar as adenoides em um foco de bactérias e provocar outros problemas respiratórios como a sinusite crônica e a renite persistente.

Sintomas da hipertrofia de adenoides:

A hipertrofia de adenoides apresenta os seguintes sintomas: respiração unicamente pela boca, o que pode prejudicar o desenvolvimento da arcada dentária e da musculatura do rosto; voz anasalada, coriza e secreção nasal, sensação de ouvido tampado, ronco, apneia do sono, baixo controle do sistema urinário, agitação, irritabilidade e pouca concentração; além de uma maior propensão a doenças pulmonares e alérgicas.

Os sinais de adenoidite são febre, tosse seca, secreção amarelada no nariz, perda temporária do olfato, mau hálito e dificuldade para comer. Quando os episódios são muito frequentes, ocorre a chamada adenoidite de repetição.

Como saber se tenho algum alteração nas adenoides?

Nos casos de suspeita de problemas nas adenoides, deve-se consultar um otorrinolaringologista. O diagnóstico leva em conta o histórico do paciente e o resultado de exames específicos. Entre esses exames estão:

  • rinoscopia, realizada no próprio consultório e que possibilita a visão interna do nariz;
  • endoscopia nasal, feita em laboratório especializado e que permite a visualização da fossa nasal e da garganta;
  • raio x e tomografia dos seios da face que permitem avaliar a dimensão da obstrução respiratória provocada pela hipertrofia de adenoides.

Tratamento da hipertrofia de adenoides:

Nos casos de hipertrofia muito severa, quando as glândulas cresceram demais obstruindo acentuadamente a respiração através do nariz, o médico pode indicar a retirada das adenoides. A cirurgia é simples e, normalmente, no mesmo ato há também a remoção das amídalas. O ato cirúrgico não compromete o sistema de defesa do aparelho respiratório.

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COMER BATATAS FRITAS PODE AUMENTAR O RISCO DE MORTE http://medifoco.com.br/comer-batatas-fritas-pode-aumentar-o-risco-de-morte/ http://medifoco.com.br/comer-batatas-fritas-pode-aumentar-o-risco-de-morte/#respond Sun, 18 Jun 2017 15:37:24 +0000 http://medifoco.com.br/?p=13986 O consumo de batata frita está aumentando em todo o mundo. Em 2014, os americanos consumiram uma média de 50 kg de batatas por pessoa, sendo que 15 kg eram batatas frescas e os restantes 35 kg foram processadas. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, a maioria das batatas processadas que os americanos […]

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O consumo de batata frita está aumentando em todo o mundo. Em 2014, os americanos consumiram uma média de 50 kg de batatas por pessoa, sendo que 15 kg eram batatas frescas e os restantes 35 kg foram processadas. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, a maioria das batatas processadas que os americanos comem são batatas fritas.

As pessoas que comem batatas fritas duas ou mais vezes por semana duplicam o risco de morrer precocemente em comparação com aqueles que as evitam, revelou um estudo recente publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Comer batatas que não foram fritas não estava associada a um risco de mortalidade precoce semelhante, observaram os pesquisadores.

Veronese e seus colegas acompanharam 4.440 pessoas entre 45 e 79 anos durante um período de oito anos para estudar osteoartrite. Embora a maioria de nós possa ter assumido que as batatas fritas podem ser pouco saudáveis, há dados científicos “muito limitados” sobre esta questão, explicou Veronese. Esta equipe de pesquisa decidiu momentaneamente deixar de lado a principal questão da osteoartrite e observar o consumo de batatas dos participantes.

O estudo é observacional, o que significa que os pesquisadores simplesmente rastrearam o comportamento de um grupo de pessoas e encontraram uma associação entre um comportamento – comer batatas fritas – e outro fator – morte precoce. Como é um estudo observacional, Veronese e seus co-autores observam que não se pode dizer que comer batatas fritas diretamente causa uma mortalidade precoce – exigiria mais pesquisas para chegar a uma conclusão mais fidedigna.

“Mesmo que seja um estudo observacional, acredita-se que o óleo de cozinha, rico em gorduras trans, seja um fator importante para explicar a mortalidade naqueles que comem mais batatas”, disse Veronese. A gordura trans mostrou aumentar o “mau”, ou LDL colesterol no sangue, o que pode levar a doenças cardiovasculares. No entanto, ele também acrescentou que “outros fatores importantes”, incluindo a obesidade, um estilo de vida sedentário e o uso de grandes quantidades de sal também podem desempenhar um papel na morte precoce daqueles que comem duas ou mais porções de batatas fritas a cada semana.

Uma batata de tamanho médio possui 110 calorias, não tem gordura, sódio ou colesterol, e fornece quase um terço do requerimento diário de vitamina C com mais potássio do que uma banana. Como a batata é preparada/processada, aumentará o teor de calorias, gorduras e sódio, no entanto, os nutrientes básicos permanecem, não importa como ele seja preparado.

Entendendo a Acrilamida:

O perigo potencial ao comer alimentos frito com amido, como as batatas fritas, é a acrilamida. A acrilamida é um produto químico produzido quando alimentos feculentos como batatas são fritas, assadas ou assadas a altas temperaturas. O processo de escurecimento é, na verdade, uma reação que produz esse produto químico, que mostra causar câncer em animais de laboratório e é considerado tóxico para os seres humanos.

Você pode reduzir a ingestão de acrilamida com alimentos fervíveis ou cozidos, em vez de fritá-los. Se você for fritar alimentos, faça isso rapidamente.

Conclusão:

Finalmente, recomenda-se que as batatas não devam ser armazenadas na geladeira pois isso pode levar a produzir mais acrilamida quando as batatas são posteriormente cozidas. Aumente a ingestão de frutas e vegetais como uma alternativa mais saudável.

 

Referência:

http://edition.cnn.com/2017/06/14/health/fried-potatoes-early-death/index.html

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SUBSTITUIÇÃO DAS GORDURAS SATURADAS POR INSATURADAS | Doença Cardiovascular http://medifoco.com.br/substituicao-das-gorduras-saturadas-por-insaturadas-doenca-cardiovascular/ http://medifoco.com.br/substituicao-das-gorduras-saturadas-por-insaturadas-doenca-cardiovascular/#respond Sat, 17 Jun 2017 12:47:34 +0000 http://medifoco.com.br/?p=13978 Neste texto iremos mostrar que a substituição da ingestão de gorduras saturadas por insaturadas, especialmente gorduras poliinsaturadas, diminui a incidência de doença cardiovascular. A doença cardiovascular é a principal causa mundial de morte, representando 17,3 milhões de mortes por ano. O tratamento preventivo que reduz a doença cardiovascular até mesmo em uma pequena porcentagem pode […]

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Neste texto iremos mostrar que a substituição da ingestão de gorduras saturadas por insaturadas, especialmente gorduras poliinsaturadas, diminui a incidência de doença cardiovascular. A doença cardiovascular é a principal causa mundial de morte, representando 17,3 milhões de mortes por ano. O tratamento preventivo que reduz a doença cardiovascular até mesmo em uma pequena porcentagem pode reduzir substancialmente, a nível nacional e global, o número de pessoas que desenvolvem doença cardiovascular e os custos de atendê-las.

Este conselho presidencial da American Heart Association sobre gorduras alimentares e doença cardiovascular analisa e discute a evidência científica, incluindo os estudos mais recentes, sobre os efeitos da ingestão dietética de gordura saturada e sua substituição por outros tipos de gorduras e carboidratos na doença cardiovascular.

A American Heart Association reafirmou sua recomendação de que as pessoas substituam as gorduras saturadas por gorduras insaturadas. Após revisar estudos recentes, o grupo concluiu o seguinte:

  1. A diminuição da ingestão de gordura total não é recomendada – dietas com baixo teor de gordura não previnem doenças cardíacas coronárias.
  2. Reduzir a ingestão de gordura saturada, enquanto aumenta a ingestão de gordura poliinsaturada, está associada a uma redução nos eventos de doenças cardiovasculares (DCV) semelhantes ao que é alcançado pelas estatinas.
  3. Substituir gorduras saturadas por gorduras poliinsaturadas ou monoinsaturadas reduz os níveis de LDL e triglicerídeos.
  4. Gorduras poli-insaturadas (por exemplo, óleo de milho) parecem ser mais eficazes do que gorduras monoinsaturadas (por exemplo, azeite de oliva) na redução de eventos CVD.
  5. O óleo de coco, que é principalmente gordura saturada, aumenta a LDL como outras gorduras saturadas.
  6. A mudança de gorduras saturadas para insaturadas deve ocorrer ao lado da aderência a um padrão de alimentação saudável, como a dieta mediterrânea ou DASH (Abordagens Dietéticas para Parar a Hipertensão).

A American Heart Association defende a posição contra gordura saturada. Substitua-o por óleo vegetal insaturado para a saúde cardíaca, diz o aconselhamento.

A American Heart Association duplicou suas recomendações dietéticas em um apelo consultivo para substituição de gorduras saturadas por óleo vegetal poli e monoinsaturado e para ajudar a prevenir doenças cardíacas.

“Levando em consideração a totalidade da evidência científica, satisfazendo critérios rigorosos para a causalidade, concluímos fortemente que a redução da ingestão de gorduras saturadas e a substituição por gorduras insaturadas, especialmente gorduras poliinsaturadas, diminuirá a incidência de doença cardiovascular”, afirmou o conselho.

O presidente da American Heart Association reconheceu que as meta-análises discordaram sobre se a gordura saturada da dieta realmente prejudica o coração. Tem sido ainda mais debatido nas mídias sociais e na imprensa popular.

“Queremos colocar de maneira clara porque a pesquisa científica bem conduzida apoia esmagadoramente a limitação de gorduras saturadas na dieta para prevenir doenças do coração e dos vasos sanguíneos”, disse o autor Frank Sacks, MD, da Harvard School of Public Health em Boston , disse em um comunicado de imprensa da AHA.

Enfatizou que as recomendações de ingestão de gordura são apenas parte de um padrão alimentar saudável geral, como o DASH (Abordagens Dietéticas para Parar a Hipertensão) ou a dieta mediterrânea.

Não foi recomendada a redução da gordura alimentar total ou um objetivo para a ingestão total de gordura.

A evidência citada centrou-se em quatro ensaios que compararam a alta ingestão de gordura saturada contra a alta ingestão de gorduras poliinsaturadas com pelo menos 2 anos de intervenção sustentada, medidas de adesão objetivas e monitoramento de eventos cardiovasculares validados.

Juntos, esses testes mostraram um risco relativo de 0,71 para doença cardíaca coronária (IC 95%: 0,62-0,81).

A substituição de gorduras saturadas por carboidratos refinados e açúcares não tem benefício, sugeriram outros estudos.

Uma gordura em grande parte saturada que muitos vêem como saudável – o óleo de coco – aumentou o colesterol LDL mais do que o óleo de soja ou azeite em estudos cuidadosamente controlados, da mesma forma que outras gorduras saturadas, como a manteiga e a gordura da carne bovina.

Dada a falta de “demonstrar efeitos favoráveis, desaconselhamos o uso do óleo de coco”, observou o painel de aconselhamento.

Resumo:

Em resumo, ensaios controlados randomizados que reduziram a ingestão de gorduras saturadas dietéticas e substituíram por óleo vegetal poliinsaturado reduziram a doença cardiovascular em aproximadamente 30%, semelhante à redução obtida pelo tratamento com estatina.

Estudos prospectivos de observação em muitas populações mostraram que uma ingestão mais baixa de gordura saturada, juntamente com maior ingestão de gordura poliinsaturada e monoinsaturada, está associada a menores taxas de DCV e a outras causas importantes de morte e mortalidade por todas as causas.

Em contraste, a substituição de gorduras saturadas com carboidratos e açúcares principalmente refinados não está associada a menores taxas de DCV e não reduziu a DCV em ensaios clínicos.

A substituição de gorduras saturadas por gorduras não saturadas reduz o colesterol de lipoproteínas de baixa densidade, uma causa de aterosclerose, ligando evidências biológicas com incidência de DCV em populações e em ensaios clínicos.

Levando em consideração a totalidade da evidência científica, satisfazendo critérios rigorosos para a causalidade, concluímos fortemente que reduzir a ingestão de gordura saturada e substituí-la por gorduras não saturadas, especialmente gorduras poliinsaturadas, reduzirão a incidência de DCV.

Esta mudança recomendada de gorduras saturadas para insaturadas deve ocorrer simultaneamente em um padrão alimentar saudável geral, como DASH (Abordagens Dietéticas para Parar a Hipertensão) ou a dieta mediterrânea, como enfatizou as diretrizes de estilo de vida 2013 American Heart Association / American College of Cardiology e 2015 para Diretrizes dietéticas 2020 para americanos.

As gorduras poliinsaturadas são as melhores gorduras para comer. São encontradas principalmente em óleos vegetais, como óleo de soja, óleo de amendoim, óleo de milho. Gorduras monoinsaturadas, encontradas no óleo de girassol, azeite, nozes e abacate, também são boas – muito melhores do que gorduras saturadas, mas não tão saudáveis ​​quanto as gorduras poliinsaturadas.

Nos últimos anos, aumentou o conhecimento sobre os benefícios das gorduras poliinsaturadas. Elas estão associadas a uma redução na mortalidade total e nenhum aumento compensatório na morte por outras causas, além de serem associados a uma redução na resistência à insulina . O mesmo é visto com gorduras monoinsaturadas, mas o efeito é menor.

 

Referência:

Circulation June 13, 2017, Volume 135, Issue 24.

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ÔMEGA 3 | Benefícios e Riscos http://medifoco.com.br/omega-3-beneficios-e-riscos/ http://medifoco.com.br/omega-3-beneficios-e-riscos/#respond Fri, 16 Jun 2017 14:11:32 +0000 http://medifoco.com.br/?p=13973 Há alguns anos o ômega 3 vem ganhando adeptos e a propagação de ser um dos grandes aliados da boa saúde fez surgir no mercado uma quantidade expressiva de suplementos que lota as prateleiras de drogarias e lojas de produtos naturais. Mas, você sabe o que é ômega 3, quais os seus reais benefícios para […]

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Há alguns anos o ômega 3 vem ganhando adeptos e a propagação de ser um dos grandes aliados da boa saúde fez surgir no mercado uma quantidade expressiva de suplementos que lota as prateleiras de drogarias e lojas de produtos naturais. Mas, você sabe o que é ômega 3, quais os seus reais benefícios para a saúde e as contraindicações?

O ômega 3 é um conjunto de ácidos graxos da família dos poli-insaturados e sua composição contém três tipos diferentes: o alfa-linolênico (ALA), o eicosapentaenoico (EPA) e o docosahexaenóico (DHA). Esses ácidos, que atuam na proteção da saúde cardiovascular e das funções cerebrais, não são produzidos por nosso organismo e só podem ser obtidos através da alimentação ou de suplementos especiais.

Ao contrário de várias outras gorduras, a poli-insaturada do ômega 3 faz bem ao organismo porque forma uma camada de lipídio nas membranas celulares melhorando de forma substancial suas funções. Além disso, esse tipo de gordura é fonte de energia, dá sabor aos alimentos e é essencial para a absorção das vitaminas lipossolúveis, A, D, E e K, pelo intestino.

As principais fontes de ômega 3 são os peixes de águas geladas e profundas como a sardinha, o arenque, o salmão e o atum, além das algas marinhas, todos ricos nos ácidos EPA e DHA; sementes de linhaça e de chia, e as nozes, são fontes de ácido alfa-linoleico, ou ALA.

Benefícios do Ômega 3:

O consumo de ômega 3 pode proporciona diversos benefícios para a saúde. Entre eles estão: ação anti-inflamatória, capacidade de fortalecer o sistema imunológico, controle da pressão arterial, evita coágulos sanguíneos e estimula a vasodilatação, reduz os níveis de colesterol e triglicérides, protege a retina prevenindo a degeneração macular, ajuda a formação da bainha de mielina melhorando o desempenho cognitivo e a atividade cerebral, auxilia no tratamento da depressão promovendo o bom humor e o bem-estar, alivia os sintomas da artrite reumatoide, restaura o equilíbrio da massa óssea prevenindo a osteoporose, diminui o risco de diabetes do tipo 2, e pode auxiliar no combate à obesidade.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, incluir peixe no cardápio duas vezes por semana é o suficiente para abastecer o organismo de ômega 3 e prevenir alguns problemas de saúde. Se não for possível, basta optar por alga marinha os pelas sementes ricas em ALA.

Há no mercado alguns alimentos industrializados, como pães, leite, ovos, cereal, creme vegetal, entre outros, enriquecidos com ômega 3, mas é preciso ficar atento. Antes de comprar, observe qual a quantidade e o tipo óleo utilizado na preparação; o vegetal é mais barato e não consegue o mesmo resultado do óleo de peixe. O mesmo cuidado vale para os suplementos pois há muitas fraudes nas cápsulas. Se o preço for muito mais baixo do que a média, desconfie. Muitas delas não fornecem a quantidade necessária de EPA e DHA, e algumas nem contém ômega 3, sem citar o risco de apresentarem toxinas e metais pesados.

Estudos observacionais em adultos geralmente saudáveis ​​e ensaios randomizados em pacientes com doença cardíaca coronária indicam que o consumo modesto de óleo de peixe (aproximadamente 250 mg  por dia de EPA + DHA) pode reduzir o risco de morte por doença cardíaca e morte cardíaca súbita. Isto é de particular importância em indivíduos que já possuem doença cardíaca coronariana ou seja de alto risco para esta doença. Vários ensaios randomizados mais recentes não conseguiram demonstrar efeitos significativos, embora uma meta-análise demonstrou reduções modestas na mortalidade por doença cardíaca coronariana.

Riscos da suplementação de Ômega 3:

As cápsulas de ômega 3 devem ser consumidas com moderação e sempre sob orientação médica ou nutricional pois podem existir riscos. O excesso desses ácidos no organismo pode desenvolver ou agravar doenças.

Portadores de problemas de coagulação, como hemofílicos por exemplo, devem evitar o consumo em doses elevadas do suplemento porque o ácido graxo concentrado nas cápsulas deixa o sangue mais fluído e pode provocar sangramento. O mesmo se aplica a quem possui prótese cardíaca. Em gestantes, o excesso de ômega 3 pode prejudicar o feto.

A suplementação de Ômega 3 aumenta o risco de câncer?

Em geral, a evidência atual não suporta nenhum efeito importante do consumo de peixe ou óleo de peixe no risco de câncer.

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