FORMAS DE EVITAR A GRAVIDEZ | Métodos Anticoncepcionais

Por: Clara Isabela Pereira | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 24/04/2013

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Anticoncepção

 

A contracepção representa a principal preocupação das mulheres em idade fértil. A eficácia de um método contraceptivo é aferida pelo número de gestações em 100 mulheres utilizando o método em um ano (conhecido como índice de Pearl).

Métodos disponíveis:

Os métodos contraceptivos são divididos em métodos de barreira (camisinha, diafragma, esponja, espermaticidas), de comportamento (tabelinha, coito interrompido, temperatura basal, muco cervical), DIU, contracepção hormonal (oral ou injetável), e contracepção cirúrgica (feminina e masculina). Antes de iniciar qualquer método anticoncepcional, a paciente deve passar pelo médico para que ele possa avaliar qual o melhor método para ela, considerando as indicações e contraindicações de cada um.

– Os métodos comportamentais consistem na observação do período de ovulação da mulher e consequente abstinência sexual durante essa fase. Não devem ser utilizados na perimenopausa e na menarca (quando começou a menstruar), porque os ciclos são mais irregulares. Possuem alto índice de falha.
– Os métodos de barreira agem impedindo a ascensão de espermatozoides da vagina para o útero. Quando usados corretamente possuem boa eficácia.
– Os dispositivos intrauterinos (DIU) podem ser medicados com cobre ou progesterona. É um dos métodos mais utilizados atualmente e mundialmente. Age estimulando uma reação inflamatória no útero pela presença de um corpo estranho. A melhor época para inserção é durante a menstruação.
– A contracepção hormonal é constituída de estrogênio e progesterona e promovem anovulação. Podem ser orais combinados ou constituídos apenas de progesterona, ou injetáveis mensais ou trimestrais.
– A contracepção cirúrgica consiste na laqueadura tubária na mulher ou na vasectomia no homem. É um método contraceptivo definitivo.

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Métodos disponibilizados pelo SUS:Métodos anticoncepcionais

Os métodos disponibilizados gratuitamente pelo SUS são: camisinha feminina e masculina, diafragma, esterilização cirúrgica, minipílula, DIU de cobre, anticoncepcionais orais e injetáveis, e espermicidas.

Contracepção de emergência:

Deve ser utilizada após relação sexual desprotegida ou após falha de um método, como ruptura da camisinha. É indicada em caso de estupro, ruptura de camisinha, deslocamento de DIU e relação sexual desprotegida. Não protege contra DST.

Pode ser realizada com levonorgestrel, que deve ser tomado até 5 dias após a relação sexual, porém, preferencialmente nas primeiras 72 horas; etinil-estradiol + levonorgestrel, ou DIU de cobre.

Os efeitos colaterais da contracepção de emergência são: náuseas, vômitos, tonteiras, fadiga, cefaleia, dor nas mamas, diarreia, dor abdominal e irregularidade menstrual.



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