GRAVIDEZ ECTÓPICA E TUBÁRIA

Por: Marina Zanetti | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 16/10/2012

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Gravidez tubária

 

Gravidez ectópica é toda aquela que ocorre fora da cavidade uterina. Ocorre em aproximadamente 01% de todas as gestações, e destas cerca de 98% é gestação tubária.

 

Principais Causas:

A etiopatogênese (causa) da gestação ectópica envolve DIPs (Doenças Inflamatórias Pélvicas), endometriose, cirurgias prévias e má formações tubárias.

O uso do DIU não aumenta as chances de se ter uma gestação ectópica, porém ele reduz a quase 0% a chance de se ter uma gestação uterina normal, portanto caso haja uma gestação concomitante ao uso do DIU, provavelmente esta será ectópica.

Diagnóstico:

É essencial que se faça este diagnóstico, já que geralmente as gestações ectópicas não chegam a termo, se rompem por volta de 10 semanas, podendo representar uma emergência clínica, caso haja a ruptura da gravidez ectópica e o extravasamento de sangue para a cavidade abdominal, gerando dores de intensidade variável.

O diagnóstico pode ser realizado através da anamnese (interrogatório médico), exame físico e exames complementares, incluindo Ultrassonografia e Avaliação Seriada de Beta HCG.

Sinais e Sintomas:

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Os sintomas mais associados à gestação ectópica são dor abdominal, atraso menstrual, sangramentos anormais, presença de massa dolorosa em região axial (tubas uterinas e ovários), mobilização uterina dolorosa, podendo haver ainda uma gestação assintomática.

Prenhez tubária: A mais Comum

Este é o tipo mais comum de gravidez tubária e pode ocasionar várias complicações, tais como:

Abortamento Tubário;
– Rotura Tubária;

Pode haver a resolução espontânea do caso, com a reabsorção do feto pelo próprio organismo materno ou ainda o desenvolvimento in situ, ou seja, com o feto chegando a termo.

Tratamento:

O tratamento pode tanto ser clínico (expectante) quanto cirúrgico, dependendo de cada caso.

O tratamento clínico inclui o uso de Metrotrexate e acompanhamento dos níveis de Beta HCG.

Para que ocorra este tipo de tratamento, existem os critéios de seleção, e são eles:

– Mulher hemodinamicamente estável;
– Ausência de rotura;
– Saco Gestacional (que envolve o feto) menor que 04 cm;
– Ausência de gestação Intra-Uterina;
– Ausência de Batimento Cardio-Fetal (BCF).



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One Response para o texto: “GRAVIDEZ ECTÓPICA E TUBÁRIA”

  1. tosti disse:

    eu tive uma gravidez ectopica um feto no utero e um feto fora do utero, ambos vivos.
    tinham muita colicas…fortissimas…quando diagnosticou q tinha outro feto…foi surpresa..e o pior e que ele nao estava na turba mas sim colado na parede do intestino(alças d intestino) por isso as colicas fortes.
    mas depois de cirurgia e depois de 6 meses abrir de novo para tirar vivo o bebe do utero…estou viva e com saude e o meu bebe agora vai fazer um aninho…
    so nao entendo o que aconteceu? será q ovulei 2 vezes? era para ser gemeos?muitas duvidas…agora fiz exame de rotina, e descobri q estou com um cisto no ovario esquerdo de volume normal com cisto 0,7×0,5 cm e consta endometrio centrado com espessutra de 0,9cm o que seria isso? estou com medo é algo serio?
    me responda. sera q isto tem a ver com o meu caso na gestação?

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