GRIPE SUÍNA (H1N1) | O que é – Sintomas – Tratamento

Por: Tiago Zenero | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 20/05/2015

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O que é a Gripe Suína?

A gripe Influenza A H1N1, popularmente conhecida como gripe suína, foi causada por uma nova mutação do vírus da gripe, que entre 2009 e 2010 afetou grande parte da população mundial.

Ao todo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 207 países manifestaram pacientes com a gripe suína, caracterizando a doença como pandemia. Dentre esses dois anos, quase nove mil pessoas morreram em decorrência da gripe.

O surto começou no México e depois se espalhou para os Estados Unidos, Canadá e todo o mundo pelas viagens aéreas.

Sintomas

Por ser uma mutação do vírus da gripe, os sintomas são bem parecidos. Porém, a gripe suína pode trazer complicações mais graves, levando os pacientes a morte em alguns casos.

A dificuldade no diagnóstico é justamente pela similaridade dos sintomas com a gripe comum. Mesmo assim, é possível observar: febre alta, tosse, dor de cabeça, dores musculares, falta de ar, espirros, dor na garganta, fraqueza, coriza, congestão nasal, diarreia, náuseas e vômitos.

Uma das principais diferenças é que as complicações da gripe suína são mais comuns em jovens, ao contrário do que acontece com as gripes comuns.

Causa

Inicialmente, o vírus foi descoberto nos porcos, por isso popularmente a doença ficou conhecida como gripe suína. Graças a outras mutações, o vírus passou a ser também uma ameaça para a população humana.

A transmissão ocorre exatamente da mesma forma que a gripe comum, através de secreções respiratórias, como gotículas de saliva, tosse ou espirro. Depois de ser infectado, o paciente pode demorar de um a quatro dias para apresentar os sintomas. A transmissão, geralmente, ocorre a partir do sétimo dia.

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Tratamento e fatores de risco

A maioria dos casos da gripe suína curou sem que fosse necessária a internação do paciente ou um tratamento médico. Há algumas situações, contudo, em que a doença se complica e, portanto, é preciso que o paciente fique em estado de observação clínica durante o período de recuperação.

Os fatores de risco da gripe suína são diferentes dos da gripe comum. Durante a pandemia, pode-se observar que pessoas entre cinco e 24 anos eram mais facilmente infectadas. Poucos casos foram observados em pessoas acima de 65 anos.

Outros grupos mais vulneráveis à infecção do H1N1 incluem: gestantes, doentes crônicos, crianças pequenas, pessoas com obesidade e com outros problemas respiratórios.

Outros fatores de risco incluem os mesmo dos das gripes comuns, e facilitam o contágio quando o indivíduo: permanecer em locais fechados e com um aglomerado de pessoas, levar as mãos à boca ou ao nariz sem lavá-las antes e permanecer em contato próximo com uma pessoa doente.

Prevenção

Para se prevenir, os médicos recomendam que as pessoas: evitem manter contato muito próximo com uma pessoa que esteja infectada; lavem sempre as mãos com água e sabão e evitem levar as mãos ao rosto e, principalmente, à boca; levem sempre um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos sempre estejam descontaminadas; mantenham hábitos saudáveis, com boa alimentação e ingestão de bastante água; não compartilhem utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros; utilizem máscara para proteger-se de gotículas infectadas que possam estar no ar; evitem frequentar locais fechados ou com muitas pessoas; verifiquem com um médico se há necessidade de tomar a vacina que já está disponível contra a gripe suína.



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