INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA EM RECÉM-NASCIDOS

Por: Marina Zanetti | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 12/03/2014

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Insuficiência respiratória

 

A insuficiência respiratória é a doença mais comum no período neonatal, tendo essa inúmeras causas, desde uma doença pulmonar propriamente dita até doenças cardíacas, alterações metabólicas, doenças infecciosas e doenças neurológicas, e ainda obstrução das vias aéreas superiores, sendo que quanto antes o diagnóstico e tratamento forem realizados, mais favorável será o prognóstico.

Sinais como dispnéia (respiração dificultada), taquipnéia (respiração em ritmo acelerado, com freqüência respiratória aumentada), bradpnéia (respiração em ritmo diminuído, com queda na freqüência respiratória), apnéia (parada de respiração), palidez, cianose central (lábios e língua arroxeados) e gemência podem significar algum grau de desconforto respiratório, podendo haver variáveis nestes sintomas devido ao fato da criança nascer com algum outro problema de saúde, como é o caso de um recém-nascido que apresente alguma cardiopatia (problema no coração), que pode se manifestar com taquicardia (ritmo cardíaco acelerado), sopro cardíaco, alteração na ausculta cardíaca ou ainda alteração na pressão arterial.

Também crianças com problemas neurológicos podem apresentar hipoatividade (criança pouco reativa), hipotonia e hiporreflexia (pouca movimentação), irritabilidade e ainda convulsões indicando alterações no sistema respiratório.

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Já é sabido que as condições e o tipo de parto tem grande influência no aparelho respiratório do recém-nascido, pois é durante o trabalho de parto que ocorreInsuficiência respiratória recém-nascido grande parte da absorção do líquido que se encontra dentro dos pulmões da criança e durante o parto, através da passagem da criança pelo canal do parto é expelido o restante deste líquido, sendo assim, crianças nascidas de parto cesariana tem maior risco de desenvolverem algum desconforto ou síndrome respiratória, principalmente prematuras, já que além disso não houve a produção de surfactante, uma substância que faz o amadurecimento dos pulmões, deixando-os preparados para respirarem ar.

Através da história da gestação é possível suspeitar se haverá risco maior ou não para insuficiência respiratória na criança, e todo recém-nascido que apresente sinais desta patologia (sinais descritos anteriormente) deve ser tratado em uma unidade hospitalar preparada e especializada, já que muitas vezes o diagnóstico é difícil, e a principal linha de tratamento se baseia em oxigenação adequada, com intuito de evitar possíveis seqüelas futuras.



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