INTESTINO PRESO NA CRIANÇA | Constipação Intestinal

Por: Marina Zanetti | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 21/02/2013

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Intestino preso na criança

 

A definição de constipação intestinal vai além da expressão “intestino preso”, ela envolve uma série de fatores que devem ser levados em conta no momento de se fazer o seu diagnóstico.

Para se caracterizar a constipação intestinal deve-se levar em conta consistência das fezes, freqüência e dificuldade de evacuação, que quando maior ou igual a três dias é tratado como constipação.

A constipação intestinal é um fenômeno que tende a autoperpetuação quando não interrompido, já que a evacuação dolorosa inibe a criança e acaba ocorrendo retenção das fezes.

A constipação intestinal é um dos sintomas mais freqüentes quando se fala em crianças e na maior parte das vezes tem origem funcional e não devido a doenças orgânicas.

Principais causas de Constipação Intestinal nas Crianças:

– Causas funcionais: ânus imperfurado;
– Musculatura anormal: ocorre por exemplo em pacientes com Síndrome de Down;
– Anormalidades Nervosas;
– Anormalidades da Medula Óssea;
– Drogas: antidepressivos;
– Doenças Intestinais: doença celíaca, alergia a proteína do leite de vaca ou soja, fibrose cística e doença inflamatória intestinal;Alimentação para intestino preso
– Endocrinopatias: excesso de cálcio no organismo (hipercalcemia), hipotireoidismo e Diabetes mellitus;
– Alguns tumores medulares.

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A Constipação Intestinal Funcional, responsável pela maioria das queixas em crianças é caracterizada como uma dificuldade ou ausência de defecação por um período superior a duas semanas. Geralmente não é provocada por anormalidades estruturais ou funcionais do trato gastrointestinal.

A constipação inicia-se logo após o período neonatal e desenvolve-se após a passagem dolorosa do bolo fecal pelo reto, gerando um ciclo vicioso, composto por: dor, retenção fecal, constipação e dor, que pode ser identificada na criança através de suas atitudes, como por exemplo contração da musculatura dos glúteos, extensão das pernas e até agachamento para evacuar, na tentativa de diminuir a dor.

O tratamento envolve esclarecimento à família e ao paciente a respeito de mudanças comportamentais como por exemplo o treino de toalete, que consiste em treinar a criança a se sentar no vaso sanitário por 05 a 10 minutos após as principais refeições na tentativa de evacuação. Algumas vezes é necessário o uso de laxativos.



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