INTOXICAÇÃO ALIMENTAR | Sintomas – Causas – Prevenção

Por: Iramar Greco | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 25/02/2016

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Intoxicação alimentar

 

Alimentação saudável garante saúde; mas não basta escolher bem os alimentos, é preciso também saber conservá-los e prepará-los corretamente com muita higiene.

Alimentos armazenados inadequadamente, mal lavados, expostos por longos períodos, ou manuseados de maneira incorreta podem provocar intoxicação alimentar.

Denominada gastroenterocolite aguda, a doença é causada por bactérias (Salmonella, Shigella, E.coli, Staphilococus ou Clostridium), vírus (Rotavirus) ou fungos; ou ainda, provocada por alimentos contaminados por metais pesados e produtos químicos. Toxinas presentes em cogumelos, alguns peixes e frutos do mar, tubérculos colhidos ainda verdes, oleaginosas rançosas e cereais mal conservados também são agentes de intoxicação.

Sintomas da intoxicação alimentar:

Náuseas, vômito, diarreia, dor abdominal, cólicas, mal-estar e febre são alguns dos sintomas da intoxicação alimentar. Em casos mais graves podem ocorrer desidratação, queda da pressão arterial e perda súbita de peso. A doença se torna mais perigosa em crianças, idosos, grávidas e pessoas que tem o sistema imunológico comprometido.

Em geral, a intoxicação alimentar é leve e desaparece em alguns dias. Mas, há casos em que só um médico é capaz de reconhecer os sintomas, confirmar o diagnóstico através de exames e prescrever o tratamento adequado.

Alimentos e causas da intoxicação alimentar:

Carne crua, frango mal cozido, receitas que levam ovos crus, peixes e frutos do mar que não receberam refrigeração adequada são grandes responsáveis pela doença. Mas, alimentos crus, como frutas, verduras e vegetais frescos também merecem atenção porque podem ter sido irrigados com água contaminada.

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Outra fonte da intoxicação alimentar é o manuseio dos alimentos. A contaminação pode acontecer quando a pessoa não higieniza as mãos antes do preparo da comida, ou quando usa uma mesma superfície (uma tábua, por exemplo) para cortar carne crua e vegetais. Sujeira, poeira e água também são vilãos nessa história.

Prevenção da intoxicação alimentar:

Prevenir a intoxicação alimentar é simples, bastam alguns cuidados como:

  • lavar bem as mãos antes cozinhar ou comer;
  • observar a data de validade e a integridade da embalagem dos produtos industrializados;
  • manter na geladeira, e em recipiente fechado, alimentos já cozidos;
  • armazenar as carnes, em separado, e na parte superior da geladeira;
  • guardar os ovos na prateleira e não na porta do refrigerador;
  • lavar em água corrente e deixar de molho por um tempo em uma solução de hipoclorito de sódio verduras, legumes e frutas;
  • cozinhar bem as carnes de aves e porco;
  • evitar o contato de alimentos cozidos com os crus;
  • não voltar ao freezer comida descongelada;
  • e jamais consumir alimentos de procedência desconhecida.

Se, apesar de todos os cuidados você for vítima de intoxicação alimentar, entre em contato com a Anvisa através do Disque-intoxicação (0800-722-6001) ou com o Departamento de Saúde de sua cidade. Suas informações podem ajudar a identificar um possível surto e evitar que outras pessoas fiquem doentes.



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