OBESIDADE: UM PROBLEMA SÉRIO!

Por: Marina Zanetti | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 18/02/2013

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A obesidade é hoje considerada um distúrbio do estado nutricional relacionada a um aumento do tecido adiposo (tecido de gordura) e aumento no tamanho e no número das células presentes neste tecido, elevando assim o peso corporal.

É considerada uma doença genética influenciada por múltiplos fatores, principalmente por hábitos alimentares inadequados e ausência da prática de exercícios, mas também por fatores culturais e psicossociais.

Fisiologicamente existem três fases na vida do ser humano em que ocorre o aumento das células presentes no tecido gorduroso, são as chamadas células adiposas, e nestas fases aumenta-se a chance de tornar-se obeso, principalmente as mulheres que estão mais vulneráveis a este fator. As três fases são:

    – Último trimestre de vida intra-uterina;
    – Primeiro ano de vida;
    – Início da adolescência.

    Pode-se dizer que a obesidade que afeta as crianças (obesidade infantil) é mais grave que a obesidade nos adultos, pois nesta última ocorre apenasObesidade o aumento no tamanho das células adiposas, enquanto nas crianças além do tamanho, há aumento também no número das células adiposas, e a conseqüência deste fator é que não há boa resposta ao tratamento quando realizado em crianças, já que este reduz o tamanho das células e não o seu número.

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    Estatisticamente falando, o número de obesos é cada vez maior, tanto em crianças quanto em adultos e a Organização Mundial da Saúde já considera a obesidade como um problema de saúde pública, tão importante quanto a desnutrição, que entra em declínio e dá lugar à obesidade.

    O principal fator causador da obesidade continua ainda sendo hábitos de vida inadequados, mesmo na população menos favorecida a obesidade é explicada pela falta de orientação alimentar adequada, pela falta de atividade física e pelo consumo exagerado de alimentos muito calóricos e industrializados, prontos para o consumo, que acabam sendo mais baratos do que os alimentos saudáveis.

    Já na população mais favorecida vem se observando uma diminuição no número de obesos, que pode ser explicada devido ao maior acesso às informações sobre os prejuízos da obesidade, à melhora nos hábitos alimentares e atividade física e melhores condições para o tratamento quando já se tem a doença estabelecida.

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