PRESSÃO ALTA – Os Medicamentos Indicados para a Hipertensão Arterial

Por: Tiago Zenero | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 12/02/2015

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Uma pessoa é considerada hipertensa quando sua pressão arterial ultrapassa os 14/9. Nesse caso, a busca por um especialista para o tratamento é fundamental, pois quando aparecem os sintomas significa que a doença já está instalada há certo tempo e pode ter comprometido o funcionamento de diversos órgãos vitais.

Além disso, a pressão arterial elevada pode levar a: ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, danos nos rins e outros problemas sérios. Portanto, os medicamentos que o médico ou especialista prescreverem podem ajudar a reduzir o risco desses problemas e até mesmo ajudar o paciente a prolongar o período de vida.

Sintomas e medicamentos

A pressão arterial alta não costuma apresentar sintomas e quando os apresenta já está em uma fase muito avançada, com o comprometimento de vários órgãos vitais. Por essa razão muitos pacientes pensam erroneamente que não necessitam de medicamentos ou podem interromper o seu uso. Os fatos de eles trazerem efeitos colaterais e serem caros também impulsionam o paciente a deixar de tomá-los. Contudo, isso é um grande erro.

Os remédios prescritos pelo médico são essenciais para controlar a doença e salvar a vida do paciente, portanto o seu uso não deve ser interrompido em hipótese alguma, salvo recomendação médica.

Caso os efeitos colaterais sejam muito desagradáveis, somente o especialista pode indicar qual é a melhor maneira de lidar com esse problema, portanto o médico deve ser o primeiro a ser informado sobre isso.

Prescrição dos remédios

Antes de indicar quais remédios serão mais eficazes no caso de cada paciente, o médico dele levar em consideração os seguintes fatores: qual é a pressão arterial e quão grave é o grau da hipertensão; a existência de outros problemas de saúde e o comprometimento dos efeitos colaterais; e qual é a reação do organismo com cada tipo de medicamento.

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Assim, talvez seja necessário trocar a dose ou mesmo o tipo de remédio depois de já haver iniciado o tratamento, pois pode ser que o médico avalie que os efeitos colaterais ou a reação do organismo não são satisfatórios.

Em alguns casos, o paciente pode ter prescrito mais de um remédio e é fundamental que ele tome todos de acordo com a indicação médica, pois só assim terá sua pressão realmente controlada.

Tipos de medicamentos

Os medicamentos mais comuns para a pressão alta são: os diuréticos; os inibidores da enzima conversora de angiotensina ou bloqueadores dos receptores da angiotensina; os bloqueadores dos canais de cálcio; e os beta-bloqueadores.

Diuréticos: esses medicamentos são responsáveis por fazerem o paciente urinar mais do que o habitual, alguns exemplos incluem: clortalidona, hidroclorotiazida e furosemida.

Inibidores da ECA e BRA: eles são responsáveis por prevenir doenças renais. Geralmente, eles são prescritos para os pacientes que possuem diabetes. Alguns exemplos são: enalapril, captopril, lisinopril e evalsartan.

Bloqueadores dos canais de cálcio: a principal função desses medicamentos além de diminuir a pressão arterial é prevenir a dor causada por doenças cardíacas. Alguns exemplos incluem: amlodipina, felodipine e diltiazem.

Beta-bloqueadores: eles são responsáveis tanto por reduzirem a pressão arterial, quanto por auxiliar a reduzir a energia gasta do coração com os batimentos cardíacos. Pessoas que tomam tais medicamentos são menos propícias a terem um ataque cardíaco ou a morrerem de tal causa. Um efeito colateral é que depois de iniciarem a tomar o medicamento as pessoas geralmente se sentem muito cansadas, mas isso dura apenas até o organismo se acostumar com o remédio. Alguns exemplos de beta-bloqueadores são: atenolol, metoprolol e propranolol.



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