PTOSE PALPEBRAL – ESTRABISMO – PTERÍGIO – PINGUÉCULA – GLAUCOMA

Por: Lara Amorim Davila Prottes | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 12/09/2012

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Olhos

 

1- Ptose Palpebral:

É uma condição em que a pálpebra “cai” sobre o olho. É uma alteração bastante comum, podendo gerar problema estético e funcional, á medida que reduz o campo visual do paciente. Pode ser uma condição congênita ou adquirida, no geral a Ptose congênita decorre da distrofia do músculo elevador da pálpebra superior.

Ptose palpebral

Já a Ptose adquirida, geralmente ocorre após os 50 anos, devido lesão no nervo oculomotor (inerva a pálpebra superior). O tratamento na maioria dos casos é cirúrgico, sendo esse por motivos estéticos e/ou funcionais, quando neste último caso há interferência na visão do paciente.

 

2- Estrabismo:

Estrabismo

Existe estrabismo quando um olho está desviado em relação ao outro. Tropia se o desvio for constante, ou intermitente se for ocasional. O estrabismo presente desde a infância na maioria é genético. Já os secundários, são aqueles que surgem na infância devido a outras doenças oculares, como a catarata congênita. Os objetivos do tratamento para estrabismo são preservar e restaurar a visão. Ele pode ser feito com óculos, cirurgia, medicação, tampão, etc. A indicação cirúrgica deverá ser feita somente após tratamento clinico completo. O método utilizado depende do grau, causa e tipo de estrabismo.

3-Pterígio:

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Pterígio

O pterígio é um tecido proliferativo que cresce na superfície do olho em direção a córnea, tem formato triangular. É uma desordem ocular muito frequente, sendo mais comum acima dos 40 anos. Não se sabe ao certo o que o origina, porém existe relação com dois fatores de risco: a exposição solar e história familiar. Na fase ativa, o pterígio geralmente encontra-se inflamado, causando uma irritação ocular.

Se não retirado o pterígio pode trazer dificuldade na visão, e os déficits são cada vez mais graves, pois tem caráter progressivo. O tratamento definitivo é feito com cirurgia para retirada dessa “carne”, já a inflamação pode ser tratada com uso de colírios lubrificantes.

Pinguécula

4-Pinguécula:

É uma lesão análoga ao pterígio, diferenciando-se dele por não invadir a córnea, mantendo-se estável e assintomático, sendo apenas um problema estético.

5- Glaucoma:

O Glaucoma é uma doença de causa desconhecida, caracterizada pela degeneração do nervo Óptico , podendo levar a uma cegueira irreversível. Está, na maioria das vezes associado ao aumento da pressão intraocular, mas existe uma parcela (15%) que a pressão está normal.

Glaucoma primário de ângulo aberto: É o tipo mais comum (90%). Nesse tipo, não há obstrução na drenagem do humor aquoso (liquido incolor que preenche uma parte do olho, entre a córnea e o cristalino), começa na idade adulta e quase sempre acomete os dois olhos ao mesmo tempo. O grande problema deste tipo é que, nas fases inicias, ele não apresenta qualquer tipo de queixa visual, não há sintomas como dor, desconforto, etc. A visão mais comprometida é a visão periférica, ou lateral, e este fator pode passar despercebido ao paciente. O tratamento baseia-se na redução da pressão interna do olho, prevenindo assim a progressão da doença e piora dos sintomas. Durante o tratamento, o paciente deve fazer acompanhamento para avaliação com o exame de fundo de olho e medida da pressão. A visão perdida não poderá mais ser restaurada.



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