QUEDA DE CABELO – ALOPECIA | Causas e Tratamento

Por: Tiago Zenero | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 30/03/2014

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Queda de Cabelo

 

Diariamente, uma pessoa perde cerca de 120 fios de cabelo dos aproximadamente 150 mil que apresenta no couro cabeludo. Esse processo é normal e não significa que o indivíduo apresente queda de cabelo ou que seja propício à calvície. O lugar mais comum para o cabelo cair é no banho, pois o folículo sofre um trauma e se rompe na hora da lavagem do cabelo. Agora, quando uma pessoa percebe que está perdendo cabelo em excesso no travesseiro ou no próprio chão, principalmente se for jovem, é necessário buscar ajuda médica para investigar a queda exagerada.

A calvície é mais comum a pessoas acima de 40 anos. Cerca de 25% das mulheres brasileiras apresentam queda de cabelo entre 35 e 40 anos, já após os 40, 50% delas têm calvície. Quanto aos homens brasileiros, a intensidade é maior, 40% sofrem com isso antes dos 40 anos. As causas que levam à queda dependem de vários fatores, inclusive aos genes, pois há pessoas que tem a genética mais propensa à calvície. Mesmo assim, há alguns fatores que podem levar um cabelo, mesmo saudável, à queda.

Causas:

A doença atinge principalmente os homens, porque a produção de testosterona, o hormônio sexual masculino, está diretamente Alopecialigada à queda de cabelos. Ao atingir a raiz do cabelo, o hormônio sofre a ação de uma enzima e, assim, produz substâncias que reduzem a velocidade de multiplicação das células da raiz. Em alguns casos, a testosterona sob a ação da enzima pode até mesmo levar a raiz do cabelo à morte. Assim, o fio de cabelo fica mais fino e seu crescimento mais lento. Como a mulher apresenta uma quantidade menor de testosterona, ela está menos propensa a apresentar queda de cabelo quando essa é causada por questões hormonais.

A flutuação do nível de outros hormônios na mulher, contudo, também podem resultar na queda do cabelo. A principal situação é na menopausa ou após a interrupção do uso de pílulas anticoncepcionais. A amamentação também pode mexer com o organismo da mulher e levar cabelos saudáveis ao desgaste.

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Uma dieta não balanceada, principalmente as que apresentam deficiência nas vitaminas do complexo B ou C, carboidrato, proteína ou mineral, como o zinco e o ferro, podem também levar o indivíduo a apresentar calvície. Tais elementos auxiliam no crescimento do fio de cabelo e, sem eles, pincipalmente com a falta de ferro, o folículo nasce mais frágil e é mais propenso à queda.

Algumas doenças também podem ser a causa da calvície. A anemia, por exemplo, consiste na deficiência de ferro e compromete o transporte de oxigênio pelo sangue. A perda de cabelos ocorre porque a anemia compromete a produção de fios e fragiliza os que já existem, por ela proporcionar falta de oxigenação no bulbo capilar. Gripes, resfriados ou infecções bacterianas levam o corpo a utilizar os nutrientes disponíveis no combate à doença, o que leva, então, ao enfraquecimento dos fios de cabelo, os quais perdem força na fase do crescimento. Em algumas doenças autoimunes, o sistema imunológico destrói tecidos saudáveis do organismo, uma dessas doenças é a alopecia; nela, aparece uma área arredondada no couro cabeludo, a qual perde todos os fios de cabelo.

Estresse, desgaste mental, tabagismo e uso de antidepressivos são outros fatores que podem causar calvície. Tanto o estresse quando o desgaste mental levam o organismo a concentrar mais energia do que o normal, utilizando, assim, os nutrientes que seriam direcionados à produção capitar. Além disso, o estresse faz com que o organismo produza mais cortisol, hormônio que desacelera a divisão celular na raiz. Já o tabagismo, além de causar problemas pulmonares, leva a uma baixa oferta de nutrientes ao couro cabelo, comprometendo a produção do cabelo. Antidepressivos são agressivos ao cabelo, pois o fragilizam. Ao atuar diretamente no sistema nervoso central, eles deixam o fio capilar mais sensível e, portanto, propenso à queda.

Tratamento:

Quando a causa da calvície é genética, há medicamentos que o indivíduo deve tomar continuamente. Não existe cura para a queda, mas há uma maneira de amenizá-la e torna-la menos intensa. Para isso, contudo, o tratamento não deve ser interrompido, pois assim que o paciente deixa de tomar o medicamento, a queda se intensifica.

Já se outros fatores estão levanto à queda do cabelo, o indivíduo deve procurar o médico, pois ele indicará qual é a melhor forma de tratamento. Nem sempre é necessário o uso de medicamentos, em alguns casos apenas uma mudança de hábitos pode ser suficiente para evitar a calvície.



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