RESVERATROL | Suplementação – Benefícios – Efeitos Colaterais

Por: Dr. Eduardo Machado de Carvalho | Texto Aprovado pelo Conselho Médico do MediFoco
Atualizado em 27/11/2015

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Resveratrol

 

O resveratrol é um pequeno composto de polifenóis encontrados em várias frutas, nozes, uvas e plantas. Desde o início da década de 1990, vários estudos começaram a mostrar que o resveratrol, um composto presente no vinho tinto, pode contribuir na prevenção de doença cardiovascular.

Atualmente, o resveratrol tem ganhado bastante atenção por sua duvidosa ação antienvelhecimento e benefícios de combate à doenças. Muito poucos estudos foram realizados em humanos, portanto ainda não se pode confirmar quaisquer benefícios do resveratrol. As primeiras pesquisas, realizadas principalmente em animais, sugerem que o resveratrol pode ajudar a proteger o organismo contra uma série de doenças, incluindo:

Doença cardiovascular: Resveratrol ajuda a reduzir a inflamação, impede a oxidação do LDL “mau” colesterol e torna-se mais difícil a agregação plaquetária, impedindo o ataque cardíaco.

Câncer: Resveratrol pode limitar a propagação do câncer e desencadear o processo de morte da célula cancerosa (apoptose).

Doença de Alzheimer: Resveratrol pode proteger as células nervosas contra danos e a formação de placas que pode levar a doença de Alzheimer.

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Diabetes: Resveratrol ajuda na resistência à insulina, uma condição na qual o corpo torna-se menos sensíveis aos efeitos do açúcar no sangue. A resistência à insulina é um precursor para o diabetes.

Efeitos colaterais do resveratrol

Devido aos limitados estudos realizados com o resveratrol em humanos, ainda não é possível conhecer os efeitos que a suplementação pode ter sobre as pessoas a longo prazo. Até agora, não foram descobertos quaisquer efeitos secundários graves, mesmo quando o resveratrol é tomado em maiores doses. No entanto, a suplementação com resveratrol pode interagir com medicamentos, tais como a varfarina e anti-inflamatórios não-esteróides, aumentando o risco de sangramento.

Conclusão

Até à data atual, a maioria dos estudos foram realizados com poucos pacientes, com grande variedade de dosagem e várias populações diferentes. Como resultado, é difícil estabelecer segurança e a eficácia da suplementação com resveratrol. Muitas discrepâncias e informações conflitantes devem ser resolvidas antes de recomendar o uso de resveratrol como uma abordagem alternativa segura e eficaz para prevenir ou tratar doenças em seres humanos. Estudos clínicos adicionais devem ser realizados antes de afirmar que o resveratrol é uma fonte da juventude.



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